Equipes do Grupo de Apoio (GAP) do 1º Batalhão da Polícia Militar prenderam um homem por tráfico ilícito de drogas na tarde desta última sexta-feira (12), no bairro Três Barras, em Cuiabá. Os policiais receberam uma denúncia sobre a venda de entorpecentes e localizaram o suspeito em frente ao imóvel investigado.
Na abordagem, os militares encontraram três porções de substância análoga à maconha. Ao ser questionado, o homem informou que armazenava mais drogas dentro da residência.
A prisão ocorreu durante mais uma ação de combate ao tráfico na Capital, atividade que integra as estratégias das forças de segurança para reduzir a circulação de entorpecentes e enfraquecer organizações criminosas.
Policiais apreendem drogas, balança e dinheiro
Após a revista inicial, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram 20 porções de substância análoga à maconha, uma barra do mesmo entorpecente, uma porção de pasta base de cocaína, uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar drogas.
Os militares também apreenderam R$ 134 em dinheiro trocado. A forma de acondicionamento das drogas e os objetos encontrados reforçaram os indícios de comercialização ilícita no local.
A equipe recolheu todo o material e encaminhou os itens para os procedimentos legais. Em seguida, os policiais conduziram o suspeito à Central de Flagrantes de Cuiabá.
Lei prevê até 15 anos de prisão para tráfico de drogas
A Polícia Civil e o Poder Judiciário investigarão a origem dos entorpecentes. As autoridades também verificarão possíveis conexões do suspeito com outras atividades criminosas.
A Lei nº 11.343/2006 institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. A legislação prevê pena de cinco a 15 anos de reclusão para quem vender, transportar, guardar, oferecer ou distribuir drogas sem autorização legal.
Além da pena de prisão, a Justiça pode aplicar multa e outras medidas previstas na legislação. A apreensão de drogas fracionadas, balança de precisão, embalagens e dinheiro em espécie costuma fortalecer os indícios de tráfico durante a investigação.








