O ferro é um mineral que auxilia o organismo a produzir hemoglobina, substância responsável por “carregar” o oxigênio. Quando esse processo é afetado, o corpo acaba não recebendo oxigênio suficiente, desencadeando sintomas como fraqueza, fadiga, palidez, taquicardia, falta de ar, dor de cabeça e queda de temperatura nas mãos ou pés.
Em casos mais severos, o paciente pode até ter vontade de comer gelo ou terra.
Pesquisas apontam que cerca de 39% das mulheres jovens americanas sofrem de deficiência de ferro.
As mulheres tendem a apresentar menores reservas do mineral em relação aos homens como consequência do fluxo menstrual, com risco maior para desenvolver anemia. Outro fator que impacta nessa deficiência é a ingestão de carnes, tendo risco aumentado para pessoas veganas ou vegetarianas.
Algumas das fontes mais ricas em ferro são vegetais folhosos verde-escuros (como espinafre), feijão, lentilha, chocolate amargo, carne vermelha, vinho tinto, tofu e alguns cereais.
A deficiência de ferro é a deficiência nutricional mais comum no mundo e afeta uma grande parcela da população global, não apenas mulheres jovens americanas. Crianças, adolescentes em crescimento, grávidas e lactantes também estão em alto risco de desenvolver deficiência de ferro.
É importante notar que a absorção de ferro pelo corpo pode ser afetada por vários fatores. Por exemplo, o ferro de origem vegetal (não-heme) não é tão facilmente absorvido quanto o ferro de origem animal (heme). Alimentos ricos em vitamina C podem ajudar na absorção do ferro não-heme, enquanto que certas substâncias, como o café e alguns tipos de chá, podem inibir essa absorção.
Além disso, algumas condições médicas e medicamentos podem afetar a capacidade do corpo de absorver ferro. É aconselhável que pessoas com risco de deficiência de ferro consultem profissionais de saúde para avaliação e orientação sobre suplementação de ferro e ajustes na dieta.
Para prevenir a deficiência de ferro, recomenda-se uma dieta balanceada, incluindo fontes ricas em ferro e consumo regular de alimentos que favoreçam sua absorção. Em casos de deficiência confirmada, a suplementação de ferro pode ser necessária, mas sempre sob supervisão médica, pois o excesso de ferro pode ser prejudicial e levar a condições como a hemocromatose.
Via Metrópoles









