Servidores públicos municipais protestam em frente à Câmara Municipal de São Paulo nesta quarta-feira (13), durante a greve do funcionalismo da capital paulista. A mobilização ocorre no dia da votação do PL 354/26, que trata do reajuste salarial da categoria. Os trabalhadores criticam a proposta apresentada pela prefeitura e, além disso, cobram reajuste salarial maior, realização de concursos públicos e manutenção do cargo de Professor de Educação Infantil (PEI).
Servidores rejeitam reajuste aprovado
O projeto já passou pela primeira votação no último dia 6 de maio. Na ocasião, o prefeito Ricardo Nunes e 36 vereadores apoiaram a proposta de reajuste de 3,51%, dividida em duas parcelas. No entanto, a medida desagradou parte dos servidores municipais. Segundo o Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo, a inflação acumulada pelo IPCA nos últimos 12 meses ficou próxima de 5,5%.
Categoria critica mudanças na educação
Além da questão salarial, os manifestantes também criticam mudanças previstas para a área da educação no PL 354/26. Segundo os sindicatos, a proposta amplia de 20% para 30% a margem de contratação temporária para cargos de professores e, além disso, ameaça a continuidade do cargo de Professor de Educação Infantil.
Profissionais decidiram manter greve
O Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo afirmou que profissionais da educação decidiram manter a greve após assembleia da categoria. A entidade também declarou que as medidas da prefeitura retiram direitos, enfraquecem a carreira dos profissionais e, consequentemente, podem afetar a qualidade do ensino municipal.
Perguntas e respostas:
Os servidores protestam contra o reajuste salarial proposto pela prefeitura e, além disso, cobram concursos públicos e mudanças no PL 354/26.
O projeto aprovado em primeira votação prevê reajuste de 3,51%, dividido em duas parcelas. No entanto, sindicatos afirmam que o índice ficou abaixo da inflação acumulada.
Além da questão salarial, os servidores criticam mudanças na educação, como o aumento da contratação temporária de professores e a possível extinção do cargo de Professor de Educação Infantil.






