Servidora é acusada de atacar mãe atípica em áudio de comemoração à vitória de Lula em escola de Cuiabá; veja vídeo

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Uma discussão política após o resultado das eleições provocou polêmica no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Jornalista Marcos Coutinho, no bairro Jardim Industriário, em Cuiabá. Uma servidora, identificada como apoiadora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teria feito comentários ofensivos contra uma colega de trabalho, mãe solteira, durante uma conversa em um grupo de comunicação da escola. A declaração também mencionou mães de crianças atípicas e provocou uma reação de indignação.

Servidora cita mães atípicas durante comemoração eleitoral

A discussão começou quando a servidora comentou sobre a vitória eleitoral e afirmou que não tinha motivos para deixar de comemorar. Entretanto, a forma como mencionou a condição familiar de outras mulheres gerou revolta.

“Como eu não estou de luto, que eu não sou mãe atípica, eu não sou mãe solteira, eu tenho marido, então vou comemorar”, declarou.

A fala provocou uma resposta da colega, que considerou o comentário desrespeitoso e criticou a exposição de questões pessoais durante uma discussão política.

Mãe solteira reage e cobra respeito às filhas

Incomodada com a declaração, a servidora atingida respondeu no próprio grupo e afirmou que a colega ultrapassou os limites ao mencionar mães solteiras e famílias de crianças atípicas.

“Ela veio aqui e ofendeu a mim por ser mãe solteira e as colegas que têm filho atípico. Se é PT…, mas não vem falar das minhas filhas! A gente não é solteira porque quer”, desabafou.

A discussão envolveu posicionamentos políticos diferentes, mas ganhou proporções pessoais depois que as participantes passaram a abordar questões familiares.

Denúncia sobre merenda escolar aumenta a polêmica

Além da discussão, a servidora que se sentiu ofendida apresentou acusações relacionadas à distribuição da merenda escolar no CMEI.

Segundo ela, a unidade estaria reduzindo a quantidade de alimentos destinada aos alunos. Durante o desabafo, a mulher afirmou: “Se era para ser 100 gramas, faziam 70”.

A acusação também envolve uma suposta restrição no fornecimento de comida às crianças. No entanto, o relato não apresenta documentos ou outros elementos que comprovem as irregularidades.

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