Um profissional de saúde da UPA Vila Luzita, em Santo André (SP), foi agredido durante o início do plantão na segunda-feira (31), segundo relato divulgado por uma colega de trabalho. O episódio provocou indignação entre trabalhadores da unidade e voltou a colocar em discussão a segurança de médicos e demais servidores durante o atendimento à população.
De acordo com o relato, a agressão teria ocorrido após uma pessoa tentar conseguir atendimento antes de outros pacientes que, segundo a profissional, aguardavam havia mais de duas horas. Ela afirmou que presenciou o ataque contra o colega enquanto ele exercia suas funções.
Agressão aconteceu no início do plantão
A profissional também criticou comentários feitos sobre o episódio por pessoas que, segundo ela, não estavam na unidade no momento da ocorrência. Parte da situação teria sido registrada em vídeo, citado no próprio relato divulgado após o caso.
Ainda conforme a trabalhadora, episódios de desrespeito têm provocado desgaste entre os profissionais da UPA Vila Luzita. Ela afirmou que os servidores se sentem vulneráveis dentro do próprio ambiente de trabalho e defendeu medidas para impedir novas agressões.
Trabalhadores cobram prevenção e segurança
No relato, a profissional reconheceu a importância do acolhimento oferecido pela Secretaria de Saúde aos trabalhadores que sofrem agressões. Entretanto, ela defendeu que o município priorize políticas preventivas, principalmente por meio do reforço da segurança nas unidades.
Segundo a trabalhadora, a falta de segurança já entrou na pauta de reuniões da área da saúde. Ela afirmou que a justificativa apresentada para a ausência de agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) durante 24 horas seria a falta de efetivo.
A profissional ainda questionou o fato de haver segurança destinada, segundo ela, à carreta de mamografia, enquanto a UPA não conta com presença permanente da GCM.
Profissionais dizem trabalhar sem proteção
A autora do relato classificou a UPA Vila Luzita como a maior e mais populosa da cidade e afirmou que os próprios trabalhadores precisam lidar com a segurança durante a rotina de atendimento.
Ao final, ela pediu que as autoridades municipais escutem as reivindicações apresentadas há anos pelos servidores. Para a profissional, o episódio ocorrido na segunda-feira deve reforçar a discussão sobre medidas capazes de proteger as equipes que trabalham diariamente dentro da unidade.
![PERRENGUE - FEMINICIDIO - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 3005 | CAMP 1025 | PI 41985- GOV | ADOPS-PERRENGUE-3005 | enfrentamento_ao_feminicidio_e_a_violAancia_domestica_825X120.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/09/enfrentamento_ao_feminicidio_e_a_violAancia_domestica_825X120.gif)
![PERRENGUE - CRIME AMBIENTAL - MEGABANNER TOPO [ADOPS INS 2938 | CAMP 1018 | PI 17408 - GOV | ADOPS-PERRENGUE-2938 | govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120-1-1.gif]](https://cdn.perrenguematogrosso.com/app/uploads/2026/09/govmt_mt_e_tolerancia_zero_nos_crimes_ambientais_banner_825x120-1-1.gif)



