Prefeitura de Cuiabá adere ao “Ser Família” e fortalece combate à pobreza; veja vídeo

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A Prefeitura de Cuiabá aderiu oficialmente ao programa “Ser Família”, iniciativa do Governo de Mato Grosso que visa ampliar a proteção social e reduzir a extrema pobreza. A assinatura do termo reforça o compromisso da capital com políticas públicas integradas e, ao mesmo tempo, sinaliza uma nova fase de cooperação institucional entre município e Estado.

Com a adesão, Cuiabá expande cobertura de assistência social

A partir da assinatura, o município passa a integrar a estrutura operacional do programa estadual. Dessa forma, Cuiabá assume o compromisso de identificar e acompanhar famílias em situação de vulnerabilidade, em articulação com as bases do CadÚnico. Segundo dados recentes, mais de 62 mil pessoas vivem em extrema pobreza na capital. Portanto, o “Ser Família” surge como uma alternativa para complementar o alcance de programas federais como o Bolsa Família.

Além disso, a medida deve suprir lacunas estruturais na rede de apoio, atuando onde os programas existentes ainda não chegam. Assim, a gestão municipal pretende intensificar o combate à insegurança alimentar e ao desemprego, promovendo inclusão por meio da renda mínima.

Movimento político também pauta a adesão

Por outro lado, a adesão ao programa não ocorre isoladamente do contexto político. A aproximação entre o governador Mauro Mendes e o prefeito interino José Roberto Stopa reforça o caráter estratégico do ato. Além do impacto social, o gesto pode representar um reposicionamento político da Prefeitura, que busca ampliar sua interlocução com o Executivo estadual.

Consequentemente, o gesto ganha repercussão não apenas no campo administrativo, mas também na arena eleitoral. Ainda assim, especialistas lembram que a efetividade do programa depende menos da política e mais da capacidade técnica de execução.

Sustentabilidade financeira preocupa especialistas

Embora o Governo de Mato Grosso tenha garantido R$ 200 milhões para o “Ser Família” até 2026, a sustentabilidade a longo prazo ainda levanta dúvidas. Caso falte articulação com áreas como educação e saúde, os efeitos podem ser pontuais e temporários. Além disso, a fiscalização sobre os cadastros deve ser rigorosa, para evitar fraudes e sobreposição de benefícios.

Por fim, a Prefeitura precisa manter equipes treinadas, sistemas transparentes e controle social para garantir que o recurso atinja seu real destino. Só assim o programa terá impacto duradouro e real transformação na vida das famílias.

Perguntas frequentes

O “Ser Família” vai se tornar política de Estado ou dependerá do governo de plantão?

Para virar política de Estado, é preciso criar leis que garantam sua continuidade.

Como evitar que o programa vire moeda política em anos eleitorais?

A transparência e o controle social são as únicas barreiras contra a manipulação eleitoral.

A população mais vulnerável terá voz ativa na avaliação do programa?

Sim, se houver escuta ativa e canais abertos para participação comunitária.

Lucas

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