Na tarde desta última quarta-feira (25), policiais do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão da Polícia Militar prenderam dois homens por tráfico de drogas durante a Operação Tolerância Zero, em Cuiabá. A ação começou no bairro Osmar Cabral, após uma denúncia anônima alertar que um homem, conhecido como Miqueias, vendia entorpecentes em frente à casa onde morava.
Assim que avistou a guarnição, Miqueias tentou fugir, mas os policiais alcançaram e imobilizaram o suspeito ainda no quintal. Durante a revista, os agentes encontraram porções de maconha nos bolsos dele. Ao revistarem a residência, descobriram mais drogas escondidas dentro da geladeira, além de objetos usados no tráfico, como balança de precisão e papel filme.
PM identifica cúmplice e realiza segunda prisão
Ao ser questionado, Miqueias confessou que contava com a ajuda de um “funcionário” para distribuir drogas nas proximidades de uma igreja no bairro Tijucal. A equipe do GAP se deslocou até o local indicado e prendeu o segundo envolvido, que carregava uma mochila repleta de porções de maconha.
Os policiais checaram os antecedentes e descobriram que Miqueias possuía três mandados de prisão em aberto. Mesmo assim, ele resistiu à prisão, obrigando os policiais a usar força moderada para contê-lo. Ambos os suspeitos foram encaminhados à Central de Flagrantes e autuados por tráfico de drogas, associação criminosa, resistência à prisão e cumprimento de mandado judicial.
Policiais apreendem material usado para tráfico
Durante as prisões, os agentes recolheram o seguinte material:
- 12 porções grandes de maconha
- 47 porções médias de maconha
- 1 porção de ácido bórico
- 1 balança de precisão
- 2 celulares
- 1 rolo de papel filme
- 1 tesoura
- 2 potes plásticos com entorpecente
Os itens apreendidos confirmam a estrutura organizada para distribuição de drogas e indicam a ligação dos suspeitos com o crime organizado.
Perguntas frequentes
Miqueias é um suspeito de tráfico com três mandados de prisão em aberto, preso com drogas na casa dele.
Dentro da geladeira, nos bolsos e em potes plásticos.
A PM não divulgou o nome da facção, mas investiga o vínculo com o crime organizado local.







