PM apreende drogas e encaminha suspeitos após denúncia de rave clandestina em Nova Mutum; veja vídeo

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PERRENGUE - ENTREGAS PREF PVA - INTERNO DE NOTICIAS [ADOPS INS 3083 | CAMP 1067 | ADOPS-PERRENGUE-3083 | 91703-entregas-obras-e-avancos-interno-de-noticias.gif]

A Polícia Militar apreendeu entorpecentes e encaminhou suspeitos à delegacia após denúncias sobre uma festa rave clandestina na rodovia MT-249, em Nova Mutum, a cerca de sete quilômetros do município. Os policiais registraram a ocorrência no domingo (11), por volta das 10h30, na Chácara Sol e Lua.

Segundo a PM, moradores acionaram o telefone 190 e relataram que a festa acontecia desde a noite de sábado (10). Os denunciantes também apontaram a possível presença de menores de idade consumindo bebidas alcoólicas e drogas no evento.

Operação policial identifica adolescente e apreende drogas

A Polícia Militar mobilizou equipes do 26º Batalhão, da Patrulha Maria da Penha, da Força Tática e do Grupo RAIO. Militares escalados para o serviço extraordinário também participaram da ação. Na chácara, os policiais encontraram pessoas consumindo bebidas alcoólicas e ouviram som alto. Alguns participantes apresentavam sinais de embriaguez.

Os militares identificaram os frequentadores e consultaram seus antecedentes criminais. Em seguida, realizaram buscas pessoais. Durante a fiscalização, encontraram um adolescente e acionaram o Conselho Tutelar para acompanhar a ocorrência.

Os policiais encontraram drogas com três mulheres durante as revistas. Segundo o boletim, os materiais indicavam possível consumo pessoal. Entretanto, uma das abordagens revelou outras substâncias que levantaram suspeitas de tráfico.

Suspeita afirma que venderia drogas durante a festa

Em uma das abordagens, os policiais encontraram comprimidos de uma substância sintética conhecida como “bala”. Também apreenderam uma pedra semelhante à pasta base de cocaína e um pacote com material suspeito de ser droga sintética.

Conforme o boletim de ocorrência, a mulher afirmou que levou os entorpecentes de Sinop para vender na festa. Ela teria informado que cobraria R

Naufrágio mata 139 migrantes e deixa mais de 80 desaparecidos; Veja vídeo

Notícias Vídeo principal 1min 12s

Pelo menos 139 migrantes, incluindo 15 crianças, morreram após o naufrágio de uma embarcação que partiu do Djibuti com destino ao Iêmen. Mais de 80 pessoas continuam desaparecidas. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o barco transportava 305 passageiros, a maioria de nacionalidade etíope, que tentavam chegar aos países do Golfo.

Embarcação transportava mais de 300 pessoas

A embarcação estava sobrecarregada durante a travessia do Chifre da África em direção à Península Arábica. O naufrágio provocou um elevado número de vítimas, enquanto equipes de resgate trabalham para localizar os desaparecidos e prestar atendimento aos sobreviventes. A OIM e as autoridades locais em Obock realizam operações de busca e assistência após a tragédia. Até o momento, as informações disponíveis apontam pelo menos 139 mortes, mas o número de desaparecidos mantém a preocupação com a possibilidade de novas vítimas.

Travessia envolve riscos para migrantes

A rota entre o Chifre da África e o Iêmen é utilizada por migrantes que tentam alcançar países do Golfo em busca de oportunidades. O percurso, no entanto, envolve riscos, especialmente quando as embarcações transportam passageiros acima da capacidade. A tragédia ocorre em meio ao recrudescimento dos conflitos na Etiópia e à violência no Estreito de Bab el-Mandeb, região estratégica entre a África e a Península Arábica. As operações de busca e o atendimento aos sobreviventes continuam sob responsabilidade das equipes mobilizadas. Novas informações poderão esclarecer as circunstâncias do naufrágio e o balanço final de vítimas.

Créditos da capa: Jovempan

Vídeo via: Jovempan

Isabelli Pereira Pinheiro •

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nbsp;70 por comprimido e R

Naufrágio mata 139 migrantes e deixa mais de 80 desaparecidos; Veja vídeo

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Pelo menos 139 migrantes, incluindo 15 crianças, morreram após o naufrágio de uma embarcação que partiu do Djibuti com destino ao Iêmen. Mais de 80 pessoas continuam desaparecidas. Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), o barco transportava 305 passageiros, a maioria de nacionalidade etíope, que tentavam chegar aos países do Golfo.

Embarcação transportava mais de 300 pessoas

A embarcação estava sobrecarregada durante a travessia do Chifre da África em direção à Península Arábica. O naufrágio provocou um elevado número de vítimas, enquanto equipes de resgate trabalham para localizar os desaparecidos e prestar atendimento aos sobreviventes. A OIM e as autoridades locais em Obock realizam operações de busca e assistência após a tragédia. Até o momento, as informações disponíveis apontam pelo menos 139 mortes, mas o número de desaparecidos mantém a preocupação com a possibilidade de novas vítimas.

Travessia envolve riscos para migrantes

A rota entre o Chifre da África e o Iêmen é utilizada por migrantes que tentam alcançar países do Golfo em busca de oportunidades. O percurso, no entanto, envolve riscos, especialmente quando as embarcações transportam passageiros acima da capacidade. A tragédia ocorre em meio ao recrudescimento dos conflitos na Etiópia e à violência no Estreito de Bab el-Mandeb, região estratégica entre a África e a Península Arábica. As operações de busca e o atendimento aos sobreviventes continuam sob responsabilidade das equipes mobilizadas. Novas informações poderão esclarecer as circunstâncias do naufrágio e o balanço final de vítimas.

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Isabelli Pereira Pinheiro •

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nbsp;100 por embalagem do outro material. A Polícia Civil deverá investigar as declarações e analisar as substâncias apreendidas.

Os militares também encontraram uma bolsa preta com detalhes dourados. Dentro dela, localizaram documentos pessoais da suspeita e um estojo de óculos. O recipiente guardava diversas porções de substância semelhante à pasta base de cocaína. Segundo a PM, a mulher assumiu a propriedade do material.

Ainda conforme o registro, a suspeita declarou integrar uma facção criminosa. Ela também teria afirmado que pretendia vender drogas durante o evento. A Polícia Civil deverá apurar essas informações e investigar a possível participação de outras pessoas.

Polícia constata falta de autorização para a rave

Os policiais também verificaram a documentação da festa. Durante a fiscalização, um dos envolvidos informou que o evento não tinha alvará do Corpo de Bombeiros nem autorização da Prefeitura. Ele também declarou que os organizadores não comunicaram a realização da festa aos órgãos de segurança.

A equipe identificou o proprietário do imóvel e os organizadores. Em seguida, os policiais encaminharam os envolvidos à delegacia, junto com a mulher flagrada com os entorpecentes. A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias da ocorrência e definir as medidas legais cabíveis.

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