Motociclista se surpreende após passageiro não conseguir pagar corrida de R$ 2,52 em Cuiabá; veja vídeo

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Um motociclista de aplicativo de Cuiabá registrou duas ocorrências envolvendo passageiros que não efetuaram o pagamento de corridas realizadas na Capital. Em uma das viagens, o valor cobrado foi de R$ 2,52. Segundo o condutor, o passageiro informou que não possuía dinheiro para pagar a corrida no momento do desembarque.

O motorista manteve a cobrança em aberto para recebimento posterior. Horas depois, ele registrou outra ocorrência semelhante. Desta vez, uma passageira utilizou o serviço em uma corrida de R$ 3 e pediu para realizar o pagamento em outro momento.

Os registros foram divulgados nas redes sociais e passaram a circular entre motoristas e usuários de aplicativos de transporte. O caso chamou atenção pelo baixo valor das corridas e pela repetição da situação em um curto intervalo de tempo.

Aplicativos mantêm mecanismos para cobrança de valores pendentes

As plataformas de transporte por aplicativo monitoram viagens e identificam pagamentos pendentes. Quando o passageiro não quita a corrida, a plataforma lança automaticamente o débito na conta do usuário e realiza a cobrança em viagens futuras.

As empresas também podem restringir temporariamente o acesso do passageiro aos serviços até a regularização do débito. As regras variam conforme a plataforma e as condições previstas nos termos de uso aceitos pelos usuários.

Motoristas cadastrados nos aplicativos recebem orientações para registrar ocorrências diretamente pelos canais oficiais da empresa sempre que houver divergências relacionadas ao pagamento de corridas.

Falta de pagamento pode gerar responsabilização conforme o caso

A legislação brasileira prevê responsabilização para situações em que fique comprovada a obtenção de vantagem mediante fraude ou outros meios ilícitos. Cada ocorrência, no entanto, exige análise individual das circunstâncias e das provas existentes.

Nos casos envolvendo plataformas digitais, a resolução normalmente ocorre por meio dos sistemas internos de cobrança disponibilizados pelas empresas responsáveis pelo serviço. Quando há indícios de irregularidades mais graves, o caso pode ser encaminhado às autoridades competentes para apuração.

Especialistas recomendam que motoristas e passageiros mantenham registros das viagens e utilizem exclusivamente os canais oficiais das plataformas para resolver eventuais divergências.

Mhylenna

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