Operação foi deflagrada em cinco cidades de Pernambuco.
Grupo é investigado por roubos e cárcere privado.
Vídeo mostra vítima sendo rendida por criminosos armados.
Uma quadrilha armada foi alvo de uma grande operação policial em Pernambuco após ser investigada por crimes de roubos, receptação e cárcere privado. A ação, chamada Operação The Closet, foi deflagrada na sexta-feira (24/4) em cinco cidades do estado.
PCPE/Divulgação
As diligências foram realizadas no Recife, Itamaracá, Igarassu, Abreu e Lima, na Região Metropolitana, além de Bezerros, no Agreste pernambucano.
Nesta segunda-feira (27/4), imagens de um dos crimes atribuídos ao grupo foram divulgadas pela Polícia Civil. No vídeo, um homem que caminhava com seu cachorro é surpreendido por dois suspeitos encapuzados e armados.
A vítima é rendida no local e obrigada a entrar em um carro junto com o animal. Em seguida, os criminosos seguem até um prédio, onde o homem é conduzido para o interior do imóvel.
Vídeo expõe ação violenta do grupo
O crime registrado teria ocorrido em 4 de agosto de 2025. As imagens passaram a ser usadas como parte das investigações da Polícia Civil.
O material foi considerado importante para a identificação das ações do grupo investigado.
Atuação criminosa era focada em bens de valor
Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava principalmente no Litoral Norte de Pernambuco. As vítimas eram escolhidas com base em posses de alto valor.
Joias, relógios e acessórios estavam entre os principais itens roubados.
Operação resultou em apreensões
Durante a Operação The Closet, foram apreendidos relógios, correntes de ouro e prata, anéis e brincos.
Os objetos podem estar relacionados às ações criminosas investigadas.
As investigações começaram em abril de 2025 e seguem sob coordenação da Diretoria Integrada Metropolitana (DIM), sob responsabilidade do delegado Gilmar Rodrigues.
Perguntas e respostas
Sim. Levar alguém à força configura crime de sequestro ou cárcere privado.
Sim. Após identificação, bens podem ser restituídos aos proprietários.
Sim. Imagens são aceitas como prova em processos criminais.




