A Receita Estadual de Minas Gerais executou uma operação de fiscalização em cinco shoppings de Belo Horizonte. A ação, batizada de “Shop Concierge”, teve como principal objetivo verificar a regularidade fiscal das empresas que operam nesses centros comerciais. Durante a operação, os fiscais inspecionaram a emissão de notas fiscais, o uso de maquininhas de cartão de crédito e a conformidade cadastral das lojas, com foco em identificar possíveis indícios de sonegação fiscal.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) September 26, 2025
Fiscalização em shoppings de BH
A Receita Estadual fiscalizou mais de 1.300 lojas registradas em shoppings de Belo Horizonte. Desse total, aproximadamente 10% apresentaram indícios de irregularidades. Entre as infrações mais comuns, encontraram-se a omissão de receitas, a falta de emissão de notas fiscais eletrônicas e o uso de maquininhas de cartão de crédito em nome de terceiros, uma prática ilegal. Tais ações demonstram que, além de prejudicar a concorrência, essas irregularidades também impactam negativamente o comércio de maneira geral, criando um ambiente desleal para aqueles que cumprem as obrigações fiscais corretamente.
Empresas irregulares identificadas
Durante a operação, os fiscais da Receita Estadual também descobriram que 130 empresas, que estavam registradas nos cadastros fiscais, não estavam operando conforme o registrado nos shoppings. Como resultado dessa constatação, essas lojas terão suas inscrições suspensas em um futuro próximo. Para aprofundar a fiscalização, a Receita intimou as administrações dos shoppings a fornecerem informações detalhadas sobre as datas de abertura e encerramento das lojas, a fim de confrontar essas informações com os dados cadastrais das empresas, o que ajudará a identificar outras possíveis irregularidades.
Consequências para os infratores
As lojas flagradas cometendo infrações fiscais podem enfrentar penalidades significativas, incluindo multas pesadas e, em alguns casos, a suspensão das suas atividades. Além disso, a operação da Receita Estadual evidenciou o quanto o não cumprimento das normas fiscais prejudica a concorrência e distorce o mercado. Assim, para garantir um comércio mais justo, a Receita Estadual anunciou que intensificará suas ações de fiscalização. A expectativa é que, ao combater a sonegação fiscal de maneira mais eficiente, o governo contribua para um ambiente de negócios mais transparente e equilibrado, onde todas as empresas sigam as mesmas regras.
Perguntas frequentes
As empresas podem ser multadas e suas inscrições suspensas, o que impede o funcionamento de suas lojas.
Aproximadamente 130 empresas não estavam funcionando de acordo com os registros da Receita Estadual.
A Receita realiza operações de fiscalização para verificar a emissão de notas fiscais, o uso correto das maquininhas de cartão e a regularidade cadastral das lojas, buscando identificar práticas ilegais como a sonegação de receitas.



