O Corpo de Bombeiros encontrou, nesta última sexta-feira (1º), Mislene de Souza, 37 anos, desaparecida desde 25 de abril na Serra do Sararé, em Pontes e Lacerda (MT). A vítima sobreviveu seis dias em mata densa dentro da Terra Indígena Sararé.
Mislene trabalhava em um garimpo e desapareceu após se separar da irmã. Familiares comunicaram o sumiço no dia 28, o que acionou a operação integrada. A Polícia Civil investiga o caso e apura se a vítima se perdeu na região.
Equipes usam drones, cães e enfrentam mata fechada para localizar vítima
O Corpo de Bombeiros mobilizou equipes da 8ª Companhia Independente, com apoio da Força Nacional e voluntários. Os agentes utilizaram cão de busca e drone com sensor térmico para ampliar o alcance das buscas.
As equipes enfrentaram mata fechada, relevo irregular, cânions e áreas úmidas. O terreno dificultou o deslocamento e exigiu planejamento estratégico. Os militares avançaram com cautela para evitar acidentes durante a operação.
A integração entre forças de segurança garantiu eficiência na busca. A tecnologia e o trabalho coordenado aceleraram a localização da vítima em uma área considerada crítica.
Bombeiros realizam resgate técnico em área íngreme e estabilizam vítima
Os bombeiros encontraram Mislene debilitada e com dificuldade de locomoção. A equipe realizou atendimento pré-hospitalar imediato, avaliou o quadro clínico e estabilizou a vítima ainda na mata.
Os militares colocaram a vítima em maca tipo envelope e aplicaram técnicas de salvamento em altura. A equipe instalou sistemas de ancoragem e cabos para garantir segurança no terreno íngreme.
O resgate durou mais de quatro horas. Após retirar Mislene da mata, os bombeiros encaminharam a vítima para uma unidade hospitalar.
Depende das condições físicas, acesso à água e clima. Em média, uma pessoa pode resistir alguns dias sem alimento, mas a hidratação é fator decisivo para sobrevivência.
Equipes treinam cães para identificar odores humanos específicos. Eles seguem rastros no solo ou no ar, o que aumenta a chance de localizar pessoas desaparecidas rapidamente.
A Constituição só permite com autorização do Congresso Nacional. Sem isso, a atividade é ilegal e pode gerar punições ambientais e criminais.




