O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mandou um repórter da CNN “ficar quieto” nesta segunda-feira (17), após o jornalista insistir em uma pergunta sobre os exercícios militares realizados pelos Estados Unidos com a Coreia do Sul.
O repórter questionou Trump sobre uma possível redução nas atividades militares e perguntou se a mudança teria ocorrido após um pedido do líder norte-coreano, Kim Jong Un.
Jornalista insiste em pergunta a Trump
Durante a conversa com a imprensa, o jornalista da CNN perguntou ao presidente se Kim Jong Un havia solicitado uma redução nos exercícios militares entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.
Trump recebeu a pergunta e, diante da insistência do repórter, respondeu de forma direta, mandando o profissional “ficar quieto”.
A troca ocorreu durante uma interação pública do presidente americano com jornalistas.
Exercícios militares entram no centro da discussão
As atividades militares conjuntas entre Estados Unidos e Coreia do Sul fazem parte da cooperação de defesa entre os dois países.
O tema também envolve a Coreia do Norte, que acompanha os exercícios realizados pelos dois aliados na região.
A pergunta do jornalista buscava esclarecer se Kim Jong Un havia apresentado alguma solicitação relacionada à redução dessas atividades.
Relação com Coreia do Norte é questionada
A insistência do repórter colocou novamente a relação entre Washington e Pyongyang no centro da conversa.
O jornalista queria saber se uma eventual diminuição dos exercícios militares teria ligação direta com uma posição do governo norte-coreano.
Trump, porém, não permitiu que o questionamento avançasse e encerrou a interação com a ordem para que o repórter ficasse quieto.
Episódio repercute após declaração
A resposta do presidente chamou atenção durante a interação com a imprensa pela forma como Trump reagiu à insistência do jornalista.
Até as informações disponíveis, não foi esclarecido se Kim Jong Un realmente solicitou uma redução nos exercícios militares realizados por Estados Unidos e Coreia do Sul.
O episódio ocorreu em meio a questionamentos sobre as atividades militares na região e a relação entre os governos envolvidos.



