O Ministério das Relações Exteriores do Equador informou que um agente do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) tentou entrar no consulado equatoriano em Minneapolis, Minnesota, na terça-feira (27/1). Funcionários consulares impediram a entrada e acionaram o protocolo de emergência, garantindo a segurança de quem estava no prédio.
A chanceler do Equador, María Gabriela Sommerfeld, enviou uma nota formal de protesto à Embaixada dos EUA em Quito, exigindo que episódios como esse não se repitam em nenhum consulado equatoriano nos Estados Unidos. O governo destacou que, segundo a Convenção de Viena sobre Relações Consulares, consulados são invioláveis, mesmo por autoridades do país anfitrião.
Funcionários barram acesso indevido
O agente tentou entrar no início da manhã, mas não possuía autorização do consulado. Os funcionários agiram rapidamente, impedindo o acesso e garantindo que não houvesse risco para cidadãos ou para as instalações. O episódio destacou a importância de protocolos claros de segurança nas representações diplomáticas.
Protesto formal e tensão diplomática
A nota enviada à Embaixada dos EUA reforça que o Equador espera respeito às normas internacionais que protegem consulados. O governo equatoriano afirmou que tratará qualquer violação dessas regras com rigor diplomático. A tentativa de entrada ocorre em um contexto de forte fiscalização de imigração nos Estados Unidos, que tem gerado tensões com cidadãos estrangeiros.
Proteção de cidadãos em foco
O consulado ressaltou que a prioridade foi a proteção imediata das pessoas presentes e da sede diplomática. O caso reacende debates sobre a segurança de consulados e sobre os limites da atuação de autoridades federais em território estrangeiro. As autoridades equatorianas acompanham o desdobramento da situação e cobram medidas preventivas para evitar novos incidentes.
Perguntas frequentes
Os funcionários impediram que um agente do ICE entrasse sem autorização na sede e o barraram.
Consulados são invioláveis e não podem ser acessados sem permissão do país representado.
O governo enviou uma nota formal de protesto à Embaixada dos EUA exigindo que o episódio não se repita.3rf





