O encontro de dois blocos de Carnaval levou centenas de pessoas à Rua da Consolação, no centro de São Paulo, e provocou confusão na tarde de domingo (8/2). Durante a superlotação, parte dos foliões entrou na área da Escola Estadual Professora Marina Cintra, que permanecia fechada ao público. A Polícia Militar chegou ao local, retirou as pessoas do interior da unidade e dispersou a multidão na frente da escola.
Vídeos que circularam nas redes sociais mostram o momento em que agentes avançam para conter a movimentação e empurram foliões para fora da área escolar. A gravação também mostra jovens escalando a grade de ferro para sair do espaço.
Entrada na escola provoca tumulto
Foliões forçaram a entrada ou pularam a grade da escola quando a rua atingiu alto nível de lotação. O grande fluxo de pessoas dificultou a circulação na calçada e na via. Testemunhas relataram correria assim que perceberam a chegada das viaturas.
A direção da escola não autorizou acesso ao interior da unidade. Mesmo assim, grupos ocuparam parte do pátio externo, o que elevou a tensão no local.
Polícia atua para esvaziar área
Equipes da Polícia Militar chegaram rapidamente e determinaram a saída imediata dos foliões. Os agentes organizaram um cordão de isolamento e direcionaram o público de volta para a rua. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a polícia agiu para proteger o patrimônio público e evitar riscos maiores.
A SSP afirmou que a invasão de uma área fechada exigiu intervenção. Os agentes focaram na dispersão e no controle do fluxo de pessoas.
Carnaval de rua exige organização
Blocos de Carnaval atraem grande público e exigem planejamento tanto dos organizadores quanto dos participantes. Especialistas em segurança pública reforçam que respeitar limites de espaço evita acidentes e confusões.
Até o momento, as autoridades não divulgaram balanço de detidos ou feridos relacionados à ocorrência.
Perguntas e respostas:
Os foliões entraram em uma escola fechada ao público, e a polícia retirou as pessoas do local.
Na Rua da Consolação, no centro de São Paulo.
Não. A unidade permanecia fechada ao público.



