Um vídeo envolvendo um bebê de 5 meses gerou forte repercussão.
As imagens teriam sido enviadas ao pai da criança durante cobrança de pensão.
O caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar e resultou em prisão e medidas cautelares.
Um caso grave envolvendo duas crianças pequenas foi registrado em São João da Barra, no Norte Fluminense. Uma mulher foi flagrada em vídeo realizando agressões contra o próprio bebê, de apenas 5 meses, e fazendo ameaças envolvendo a criança e outro filho, de 1 ano e 11 meses.
Segundo informações da polícia, o vídeo teria sido enviado ao pai de uma das crianças como forma de pressão relacionada ao pagamento de pensão alimentícia. Após o conteúdo chegar ao Conselho Tutelar, a situação passou a ser acompanhada pelas autoridades responsáveis pela proteção da infância.
Violência, investigação e proteção passaram a marcar o caso.
Imagens mostram agressões contra bebê
Nas gravações, a mulher aparece atingindo o rosto do bebê repetidas vezes enquanto segura a criança.
Durante o vídeo, também são registradas falas de ameaça direcionadas às crianças. A gravação segue sendo feita enquanto a situação ocorre dentro do ambiente doméstico.
O conteúdo passou a circular e causou grande repercussão devido à gravidade das imagens registradas.
Conselho Tutelar passou a acompanhar o caso
Após a divulgação do vídeo, o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar.
Medidas foram adotadas para apurar a situação e garantir o acompanhamento das crianças envolvidas. A atuação dos órgãos de proteção à infância foi iniciada após a denúncia e a análise do material.
As autoridades passaram a acompanhar o caso de forma contínua.
Mulher foi presa e liberada com restrições
A mulher foi detida após a chegada do caso às autoridades policiais.
Posteriormente, a liberação foi realizada mediante medidas cautelares impostas pela Justiça.
As investigações seguem em andamento para esclarecer completamente as circunstâncias do episódio. A situação das crianças permanece sob acompanhamento dos órgãos responsáveis.
O caso gerou forte comoção na região e segue sendo tratado com prioridade pelas autoridades competentes, devido à gravidade das imagens e à idade das crianças envolvidas.








