Mulher condenada a quase 8 anos de prisão por tráfico de drogas é capturada em Rondonópolis; veja vídeo

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Uma mulher de 33 anos, condenada a 7 anos e 11 meses de prisão por tráfico de drogas e favorecimento real impróprio, foi capturada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (4), em Rondonópolis, Mato Grosso. Os investigadores localizaram a condenada em um estabelecimento comercial no Distrito Industrial, onde ela trabalhava. A mulher deverá cumprir a pena em regime fechado.

A operação contou com agentes da 2ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis e apoio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol). As equipes cumpriram um mandado de prisão expedido após decisão condenatória da Justiça.

Investigadores encontram mulher no local de trabalho

A Polícia Civil iniciou as diligências após receber informações da Polinter sobre a localização da condenada. Com os dados, os investigadores identificaram o endereço e seguiram até o estabelecimento comercial.

No local, os policiais encontraram a mulher durante o expediente e realizaram a abordagem. Ela estava acompanhada do filho no momento da ação.

Segundo a Polícia Civil, os agentes seguiram os protocolos legais e respeitaram os direitos da mulher durante o cumprimento da ordem judicial.

Condenação determina quase oito anos em regime fechado

A Quinta Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis, vinculada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), expediu a ordem judicial que resultou na captura.

A condenação envolve dois crimes previstos na legislação brasileira: tráfico de drogas, conforme o artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, e favorecimento real impróprio, previsto no artigo 349-A do Código Penal.

A decisão estabelece pena definitiva de 7 anos e 11 meses de reclusão, com cumprimento em regime fechado.

Mulher fica à disposição da Justiça após captura

Após cumprir o mandado, os investigadores encaminharam a mulher à unidade policial responsável pela ocorrência.

Na delegacia, os agentes realizaram os procedimentos necessários para formalizar a prisão e dar continuidade ao cumprimento da decisão judicial.

A condenada permanece à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil não informou detalhes sobre as circunstâncias dos crimes que motivaram a condenação nem divulgou a identidade da mulher.

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