Um vídeo que circula nas redes sociais registrou um episódio de violência doméstica em Caldas Novas, Goiás, no último domingo (24/8). Câmeras de segurança flagraram uma mulher agredindo seu enteado de 11 anos com socos e pontapés.
Veja vídeo:
Reprodução: redes sociais pic.twitter.com/8EAsbBRksv
— Perrengue2 (@perrengue2025) August 27, 2025
Caso gerou revolta na cidade
O caso ocorreu no Jardim Privê das Caldas, na região sul do estado, e gerou revolta entre os moradores locais e internautas. Os policiais chegaram ao local e encontraram o menino com uma lesão na boca. Ele foi imediatamente encaminhado para atendimento médico, enquanto as autoridades iniciaram as investigações.
Cenas de agressão filmadas pela Polícia Militar
No vídeo divulgado pelo Batalhão Turístico da Polícia Militar de Goiás (PMGO), é possível ver a agressora, identificada como madrasta do menino, desferindo uma série de socos contra a criança, que cai no chão. Ela ainda acerta um pontapé enquanto grita: “Você nunca mais faz isso, entendeu?”. As imagens chocantes mostram o momento em que a criança, visivelmente fragilizada, é agredida sem que a mãe do menino intervenha. Ao contrário, ela se omitiu diante da situação, sem acionar as autoridades ou tentar impedir o crime.
Mãe omite agressões anteriores e madrasta acaba presa
Segundo a PMGO, não era a primeira vez que o menino sofria agressões. Em ocasiões anteriores, a mãe teria acobertado a conduta da madrasta, não tomando nenhuma providência. Após o incidente, a agressora acabou sendo presa em flagrante por maus-tratos, mas a liberaram após a audiência de custódia. Já a mãe da vítima, que alegou não saber das agressões anteriores e apenas ter notado o machucado, acabou sendo liberada por falta de provas.
Perguntas frequentes:
A Polícia Militar divulgou as imagens registradas, o que levou à ação imediata das autoridades.
Ela confessou a agressão, justificando que o menino havia sumido sem avisar.
Prenderam a madrasta em flagrante por maus-tratos, mas recebeu liberdade provisória. Não prenderam a mãe por falta de provas.



