Motociclista sofre corte na testa após ser atingido por linha de cerol em Juína; veja vídeo

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Um motociclista ficou ferido na tarde desta quinta-feira (9) após ser atingido por uma linha de pipa enquanto trafegava pela Avenida JK, em Juína. A principal suspeita é de que a linha estivesse com cerol, o que provocou um corte na região da testa da vítima. O acidente mobilizou uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que realizou os primeiros socorros ainda no local antes de encaminhar o homem para atendimento médico.

Sangramento mobilizou equipe de resgate

De acordo com as informações apuradas, o motociclista apresentava sangramento intenso no rosto quando os socorristas chegaram. Após os primeiros procedimentos, a equipe do SAMU encaminhou a vítima para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas de Juína, onde recebeu avaliação médica e atendimento especializado.

A vítima é conhecida pelo apelido de Kiko. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre seu estado de saúde após a entrada na unidade de saúde.

Adolescentes deixaram o local após o acidente

Conforme relatos obtidos no local, alguns adolescentes soltavam pipas nas proximidades da Avenida JK pouco antes da ocorrência. Logo após o motociclista ser atingido pela linha, eles deixaram a região.

As circunstâncias do acidente ainda serão esclarecidas. No entanto, a principal hipótese aponta que a linha utilizada continha cerol, material conhecido pelo alto poder de corte e pelo risco que representa para motociclistas, ciclistas e pedestres que circulam pelas vias públicas.

Uso de cerol é proibido e pode gerar responsabilização

O uso de cerol e de qualquer tipo de linha cortante é proibido por lei devido ao elevado potencial de causar acidentes graves. Em muitos casos, esse material atinge vítimas na altura do pescoço, do rosto ou dos braços, provocando ferimentos que podem ser severos.

Além dos riscos à integridade física, quem utiliza linhas com cerol pode responder pelas consequências do ato, conforme prevê a legislação vigente. Por isso, as autoridades orientam que a prática de soltar pipas aconteça apenas em locais apropriados e sem o uso de materiais cortantes, reduzindo os riscos para quem utiliza as vias públicas.

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