Moretto defende fiscalização e cobra responsabilização por falhas em obra; veja vídeo

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O deputado afirmou que população não pode ser prejudicada e destacou necessidade de fiscalização dos órgãos responsáveis

O deputado estadual Valmir Moretto comentou os desdobramentos envolvendo obras de infraestrutura acompanhadas pela Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e defendeu rigor na fiscalização dos serviços executados.

Durante a declaração, Moretto afirmou que é necessário identificar possíveis erros, apontar responsabilidades e garantir que os envolvidos respondam pelas falhas encontradas.

As palavras “fiscalização”, “responsabilidade” e “população” marcaram a fala do parlamentar.

Deputado afirmou que população não pode pagar pelos erros

Ao comentar o caso, Moretto destacou que a principal preocupação deve ser evitar prejuízos à população da região afetada.

Segundo ele, os órgãos responsáveis precisam atuar para identificar onde ocorreram os problemas e responsabilizar quem eventualmente tenha cometido irregularidades.

O deputado ressaltou que a população não pode ser penalizada pelas falhas envolvendo obras e serviços públicos.

Parlamentar destacou importância da atuação do Estado

Durante a entrevista, Moretto também afirmou que a região enfrentava dificuldades históricas e necessitava da presença do poder público.

Segundo o deputado, apesar dos desafios ainda existentes, a atuação do Estado ajudou a reduzir parte dos problemas enfrentados pela população local.

Ele destacou que o objetivo principal deve ser garantir assistência e melhorias para os moradores da região.

Moretto evitou entrar em conflito político

Questionado sobre críticas feitas pelo governador ao ex-prefeito Edson Flávio de Souza, conhecido como Edson Piovesan, o deputado evitou ampliar o embate político.

Moretto afirmou que não pretende entrar em discussões pessoais ou trocas de acusações e reforçou que o foco deve permanecer na solução dos problemas enfrentados pela população.

Segundo ele, conflitos políticos não contribuem para levar conforto e melhorias às pessoas afetadas pela situação.

Fabíola Maria Costa Silva

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