Kemily Gabriela, moradora do bairro Pedra 90, em Cuiabá, afirma ter sido coagida por pessoas ligadas à equipe de uma vereadora local após publicar vídeos nas redes sociais denunciando o abandono do bairro. As imagens, que viralizaram rapidamente, expõem ruas esburacadas, acúmulo de lixo e a ausência de ações dos representantes eleitos.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) July 28, 2025
“Temos dois vereadores eleitos aqui. Um está focado em taxação de lixo, o outro na parada gay. Com todo respeito à causa, mas temos problemas urgentes”, criticou Kemily em um dos vídeos.
Pessoas ligadas à política foram até a casa da denunciante
Depois das postagens, Kemily relatou que aliados de uma parlamentar foram até sua residência em atitude intimidadora. Ela também divulgou um áudio no qual a nora de uma vereadora menciona um possível “acerto de contas”. Segundo Kemily, o filho da mesma parlamentar também proferiu ameaças verbais.
Mesmo sem citar nomes diretamente nos vídeos, Kemily deixou claro que a equipe da vereadora esteve à sua porta. A única vereadora eleita diretamente pelo bairro é Baixinha da Giraldelli (Solidariedade). Outro nome com atuação no local é o vereador Dídimo Vovô (PSB). Nenhum dos dois se manifestou até o momento.
“Se algo me acontecer, responsabilizo pessoas ligadas à vereadora”, afirmou a moradora, visivelmente preocupada.
Comunidade reage e pede investigação imediata
As redes sociais se encheram de mensagens de apoio à moradora. Usuários criticaram duramente a suposta intimidação e exigiram ação rápida das autoridades. Organizações civis já acionaram o Ministério Público Estadual e a Corregedoria da Câmara de Cuiabá para investigar o caso.
Moradores destacaram que, além de denunciar o abandono, Kemily enfrenta agora ameaças por exercer seu direito à crítica. O caso se transformou em símbolo da resistência popular frente ao descaso político.
Perguntas frequentes
Kemily Gabriela expõe o descaso do bairro nas redes sociais e cobra ação dos vereadores.
equipe da vereadora Baixinha da Giraldelli aparece nas denúncias como responsável pela coerção.
A nora de uma vereadora menciona um “acerto de contas”, e Kemily afirma que o filho da parlamentar também fez ameaças.






