Os mercados internacionais iniciaram esta quinta-feira operando em clima de cautela, com bolsas futuras dos Estados Unidos em leve baixa, retração nas principais bolsas europeias e forte volatilidade no mercado de criptomoedas.
Nos Estados Unidos, os índices futuros apresentavam desempenho negativo nas primeiras horas do dia. O Dow Jones Futuro recuava 0,08%, enquanto o S&P 500 Futuro caía 0,10%. Já o Nasdaq Futuro registrava baixa mais acentuada, de 0,25%, pressionado principalmente pelo setor de tecnologia.
Na Ásia, o cenário foi misto. A bolsa de Shanghai, na China, subia 0,12%, enquanto o Nikkei, do Japão, fechou em queda de 0,47%. O Hang Seng Index, de Hong Kong, registrou forte baixa de 1,27%, refletindo preocupações econômicas e pressão sobre empresas do setor imobiliário e tecnológico chinês.
Na Índia, o índice Nifty 50 caía 0,30%, enquanto o ASX 200, da Austrália, recuava 0,09%.
Na Europa, o mercado operava majoritariamente no vermelho nas primeiras horas do pregão. O STOXX 600 recuava 0,62%, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, perdia 0,89%. O CAC 40, da França, caía 0,46%, e o DAX, da Alemanha, apresentava leve baixa de 0,05%.
Entre as commodities, o petróleo registrava forte alta nesta manhã. O barril do WTI avançava 2,53%, negociado a US$ 90,92. Já o Brent subia 2,50%, alcançando US$ 95,65 o barril.
O movimento de alta do petróleo ocorre em meio às preocupações do mercado internacional sobre oferta global, tensões geopolíticas e possíveis impactos na produção e distribuição da commodity.
O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, operava praticamente estável, com leve queda de 0,06%, cotado a 780,50 iuanes, equivalente a aproximadamente US$ 115,13.
No mercado de criptomoedas, o Bitcoin registrava forte recuo de 2,34%, sendo negociado a US$ 73.138,30. A queda acompanha o aumento da aversão ao risco nos mercados globais e movimentos de realização de lucros entre investidores.
Analistas seguem atentos aos próximos indicadores econômicos internacionais, especialmente dados relacionados à inflação, juros e atividade econômica nos Estados Unidos, fatores que continuam influenciando diretamente o comportamento dos mercados globais.





