O presidente da ALMT afirmou que debate envolve história, território e a realidade de milhares de moradores da região
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso Max Russi se manifestou sobre a disputa territorial envolvendo áreas entre Mato Grosso e Pará e afirmou que o debate vai além dos limites geográficos, atingindo diretamente a vida da população que vive na região.
Segundo Max Russi, a discussão envolve questões históricas, territoriais e principalmente a realidade de mais de 310 mil pessoas que dependem de investimentos, infraestrutura e serviços públicos.
As palavras “território”, “história” e “população” marcaram o posicionamento do parlamentar.
Max Russi defendeu atenção às comunidades da região
Durante a declaração, o presidente da ALMT afirmou que as comunidades afetadas precisam ser ouvidas dentro do processo de discussão territorial.
Ele destacou que os moradores necessitam de maior presença do poder público, além de investimentos em áreas essenciais como infraestrutura, saúde e serviços básicos.
Segundo Max Russi, o foco principal deve ser garantir melhores condições de vida para a população que vive na região disputada.
Parlamentar reforçou defesa histórica de Mato Grosso
Max Russi também afirmou que Mato Grosso continuará defendendo a área que, segundo ele, historicamente pertence ao Estado.
Ao mesmo tempo, o presidente da Assembleia ressaltou respeito ao direito do Pará de defender seu posicionamento dentro do debate jurídico e institucional.
A discussão territorial segue sendo acompanhada por lideranças políticas e órgãos estaduais dos dois estados envolvidos.
Debate territorial segue mobilizando lideranças políticas
A fala de Max Russi ocorre em meio às discussões sobre os limites territoriais entre Mato Grosso e Pará, tema que vem gerando mobilização política e institucional.
Nos bastidores, lideranças mato-grossenses defendem que a região receba maior atenção do poder público independentemente do desfecho jurídico da disputa.
O caso continua repercutindo entre parlamentares, gestores públicos e moradores da região afetada.






