O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou que a solução mais simples e rápida para evitar o despejo de moradores de condomínios passa pelo pagamento de um valor considerado justo à nova empresa proprietária da área.
A declaração ganhou repercussão por envolver famílias que aguardam definição sobre moradia e segurança jurídica. Segundo Russi, o caminho ideal depende de negociação equilibrada, análise social e acompanhamento individualizado de cada caso.
O parlamentar defendeu diálogo entre moradores, empresa, Tribunal de Justiça e órgãos públicos para construir uma saída definitiva.
Max Russi aposta em acordo para encerrar impasse
Durante a fala, Russi destacou que um acordo financeiro justo pode trazer tranquilidade imediata aos moradores e resolver o conflito sem prolongar disputas judiciais.
Para ele, uma solução negociada tende a ser mais rápida do que processos longos e recursos sucessivos. Além disso, o entendimento entre as partes poderia beneficiar todos os envolvidos.
Conflitos imobiliários costumam gerar desgaste emocional e insegurança para famílias que vivem no local há anos. Por isso, a busca por consenso ganhou força no debate.
Valor justo vira ponto central da discussão
Ao citar “valor justo”, Max Russi indicou que a negociação precisa considerar fatores além do preço formal do imóvel. Segundo ele, é necessário observar impacto social, tempo de residência e situação específica de cada família.
Esse tipo de abordagem aparece com frequência em disputas que envolvem moradia coletiva. Especialistas lembram que acordos sustentáveis costumam equilibrar direito de propriedade e proteção social.
No caso comentado por Russi, a ideia seria construir parâmetros aceitáveis para ambas as partes.
Famílias podem receber análise individual
Outro ponto destacado pelo deputado foi a necessidade de olhar família por família. Isso significa avaliar condições econômicas, número de moradores, tempo de permanência e vulnerabilidades específicas.
Modelos individualizados costumam ser usados quando há grande diversidade entre os residentes. Enquanto alguns têm maior capacidade de negociação, outros dependem de apoio institucional.
Russi afirmou que esse trabalho pode evitar injustiças e tornar o processo mais humano.
Tribunal de Justiça e Assembleia entram no debate
O parlamentar também citou o Tribunal de Justiça como instituição com capacidade para conduzir o tema. Segundo ele, caso seja necessário, a Assembleia Legislativa, a CETASC e secretarias estaduais podem colaborar.
Quando diferentes órgãos atuam juntos, aumentam as chances de mediação eficiente e solução menos traumática para os moradores.
Moradia segue no centro das atenções
Questões envolvendo despejo e regularização habitacional costumam mobilizar comunidades inteiras. Por isso, qualquer sinal de acordo gera expectativa imediata.
A fala de Max Russi colocou a negociação como caminho principal e reforçou a busca por estabilidade para as famílias afetadas.
Perguntas curiosas
Qual saída Max Russi defendeu?
Um acordo com pagamento de valor justo à empresa.
Quem pode ajudar na solução?
Tribunal de Justiça, Assembleia e órgãos estaduais.
Como seria a análise das famílias?
De forma individualizada, caso a caso.




