Mato Grosso conquistou a segunda colocação no ranking dos estados com menor desigualdade de renda do Brasil, conforme análise divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com base em dados oficiais do IBGE. A pesquisa utilizou o Índice de Gini, que mede a desigualdade: quanto mais próximo de zero, maior a igualdade.

O governador Mauro Mendes celebrou o resultado nas redes sociais e rebateu críticas comuns em campanhas eleitorais. “A famosa frase ‘estado rico, povo pobre’ é mentira. Hoje, Mato Grosso investe, atrai empresas e gera empregos”, afirmou. Segundo ele, o estado deixou a “Série C” e agora atua na “Série A” dos estados brasileiros.
Investimentos públicos e setor privado puxam transformação
O estado colheu os frutos de uma gestão fiscal ativa, obras de infraestrutura e atração de empresas, especialmente nos setores agroindustrial, logístico e de serviços. O governo também ampliou investimentos em educação, saúde e segurança pública.
Essas ações fortaleceram o mercado formal de trabalho, aumentaram a renda média e melhoraram indicadores sociais. O avanço mostra que crescimento econômico com distribuição de renda é possível quando há foco e planejamento.
Santa Catarina lidera; Mato Grosso assume o 2º lugar
O ranking do CLP colocou Santa Catarina no topo da lista, seguida por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já os estados com maiores índices de desigualdade seguem concentrados nas regiões Norte e Nordeste, como Alagoas, Maranhão e Acre.
O Índice de Competitividade dos Estados, elaborado pelo CLP, também avalia outras dimensões além da renda, como educação, segurança, sustentabilidade fiscal e inovação.
Perguntas frequentes
Santa Catarina lidera o ranking, segundo o CLP e IBGE.
Sim. Mato Grosso ocupa o 2º lugar em igualdade de renda no país.
Investimentos públicos, crescimento econômico e geração de empregos.



