Na madrugada de domingo (28), um criminoso arrombou a loja Fruto de Goiás Picolé Drive, na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá. O invasor, que usava tornozeleira eletrônica, destruiu a porta de vidro, furtou produtos e fugiu. O crime ocorreu no bairro Jardim das Américas e reforçou a sensação de insegurança entre os comerciantes da capital.
Proprietário denuncia falhas e cobra justiça
Fellipe Corrêa, dono do estabelecimento, ex-vereador e atual secretário municipal, usou as redes sociais para denunciar o crime. Ele gravou um vídeo mostrando os danos causados e cobrou mais rigor do sistema de monitoramento eletrônico.
“É domingo, seis da manhã, e eu estou aqui lidando com o prejuízo. A pessoa que entrou estava de tornozeleira. Será que ela estava ativa?”, questionou o empresário.
“Enquanto quem trabalha o ano todo vai à delegacia e arca com os danos, quem deveria estar sendo vigiado segue cometendo crimes”, desabafou.
Fellipe registrou boletim de ocorrência. Até o momento, a polícia não identificou nem localizou o suspeito.
População cobra mais segurança e ação do Estado
O caso provocou revolta nas redes sociais. Cidadãos de Cuiabá exigem respostas da Secretaria de Segurança Pública e medidas concretas para impedir que crimes como esse se repitam.
Especialistas em segurança pública alertam: sem reforço no monitoramento e resposta rápida das autoridades, a tornozeleira se transforma em um adereço simbólico — incapaz de proteger a sociedade.
Perguntas frequentes
Sim. Falhas no monitoramento e na resposta das autoridades permitem reincidência mesmo com o equipamento.
Funciona, mas depende de fiscalização ativa e equipes preparadas para agir em tempo real.
Porque o sistema exige comprovação, decisão judicial e ação rápida — o que nem sempre acontece.
Ela envia sinais de localização por GPS para uma central, mas o sistema só reage se houver violação detectada e notificada.








