A Polícia Militar fechou um garimpo ilegal na zona rural de Aripuanã, no noroeste de Mato Grosso, nessa última quinta-feira (7). A equipe encontrou máquinas em funcionamento, apreendeu equipamentos usados na extração mineral clandestina e prendeu um homem apontado como responsável pela atividade criminosa.
Os policiais iniciaram a fiscalização após receberem denúncia sobre extração irregular na Linha Poraquê, km 05. No local, a equipe flagrou uma escavadeira hidráulica operando dentro de uma escavação aberta em área degradada.
O operador da máquina se identificou como Vanderlei da Silva Carvalho. Ele assumiu a responsabilidade pela atividade e confirmou que não possuía licença ambiental nem autorização para explorar minério na propriedade.
PM identifica destruição ambiental e estrutura usada no garimpo
Os militares identificaram uma extensa área degradada pela mineração ilegal. A fiscalização encontrou solo exposto, crateras abertas, sedimentos espalhados e resíduos tóxicos gerados pela atividade clandestina.
A equipe também localizou uma caixa concentradora e dois motores estacionários usados no processo de extração mineral. Os policiais constataram ainda a destruição de vegetação nativa protegida pela legislação ambiental.
Próximo ao garimpo, os agentes encontraram um acampamento improvisado coberto por lona plástica. O espaço armazenava redes, ferramentas, roupas, alimentos e utensílios domésticos utilizados pelos envolvidos na atividade ilegal.
Operação apreende máquinas e destrói acampamento clandestino
A Polícia Militar apreendeu uma escavadeira hidráulica e dois motores estacionários usados no garimpo. A equipe encaminhou a escavadeira para a Secretaria de Obras de Colniza, onde o equipamento permanecerá sob responsabilidade das autoridades.
Os policiais destruíram os motores no local porque não conseguiram transportar os equipamentos até a cidade vizinha. A equipe também desmontou e destruiu o acampamento utilizado pelos suspeitos.
O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) coordenou a ação com apoio da Força Tática do 2º Comando Regional, dentro da Operação Amazônia/Flora.
Sim. A legislação ambiental prevê prisão, multas e apreensão de equipamentos usados na atividade clandestina.
A Polícia Militar Ambiental, a Sema, o Ibama e outros órgãos federais realizam fiscalizações e operações.
Sim. A destruição de vegetação nativa sem autorização configura crime ambiental previsto em lei.
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