A perda de Iago Ravel Rodrigues, jovem do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, gerou choque e revolta entre familiares. De acordo com a tia, Beatriz, ele não tinha envolvimento com atividades criminosas e não possuía antecedentes criminais.
Família afirma que jovem era inocente
Beatriz detalhou que a operação matou Iago, sem que houvesse confronto armado envolvendo o rapaz. “Ele não tinha uma bala no corpo. Não tinha nenhum envolvimento. Ele era um menino do bem, tranquilo”, afirmou. Ela afirmou que assassinaram o sobrinho, e isso causa dor profunda à família.
Relato sobre o incidente
Ainda segundo a tia, a morte de Iago ocorreu em uma área de mata do Complexo do Alemão, conhecida pela comunidade. Beatriz descreveu que indivíduos decapitaram o jovem na mata, ressaltando que o incidente não envolveu policiais diretamente. “Cortaram a cabeça dele pendurada numa árvore. Isso não foi um policial. Foi um psicopata, um assassino”, disse.
Imagens fortes:
Impacto na família e comunidade
A tragédia afetou profundamente os familiares, que criticam a forma como a operação foi conduzida e questionam a segurança de civis durante ações em áreas com confrontos armados. O relato de Beatriz evidencia o sofrimento emocional e a sensação de injustiça entre os moradores do Complexo do Alemão, que vivem sob tensão constante em função de operações policiais.
Perguntas e respostas
Em uma área de mata na Serra da Misericórdia, no Complexo da Penha.
Que os jovens não tinham envolvimento com o crime.
Cláudio Castro afirmou que todos os mortos tinham ligação com atividades criminosas.



