Autoridades italianas reagiram com críticas à sugestão do governo dos Estados Unidos para que a Fifa retire o Irã da Copa do Mundo e coloque a Itália no torneio. Integrantes do governo italiano classificaram a ideia como inadequada e reforçaram que vaga em Mundial se conquista dentro de campo. A proposta surgiu em meio à tensão geopolítica envolvendo Irã e Estados Unidos.
Ministro chama ideia de vergonhosa
O ministro da Economia da Itália, Giancarlo Giorgetti, condenou publicamente a sugestão norte-americana. Segundo ele, a proposta não respeita critérios esportivos e desvaloriza a competição. A declaração ampliou a repercussão política do caso no país europeu.
Esporte italiano defende mérito esportivo
O ministro do Esporte, Andrea Abodi, também rejeitou a possibilidade. Ele afirmou que classificações para Copa do Mundo acontecem no gramado, não por decisões externas. A fala reforçou o entendimento de que a Itália não deve ocupar vaga sem conquistar o direito em eliminatórias.
Técnico também critica interferência
O treinador Gianni De Biasi seguiu a mesma linha. Ele declarou que, caso alguma seleção deixe a competição, a reposição precisa seguir o regulamento oficial da Fifa. Além disso, afirmou que a Itália não necessita de apoio político estrangeiro para assuntos esportivos.
Irã segue confirmado no Mundial
Apesar dos rumores, o Irã já garantiu classificação para a Copa do Mundo. A Fifa também indicou que não pretende excluir a seleção iraniana da competição. Uma eventual troca só seria debatida em caso de desistência formal.
Itália continua fora
A seleção italiana não conseguiu vaga para o torneio e acumula ausência em três edições consecutivas. A última participação da Azzurra em Copa do Mundo ocorreu em 2014, no Brasil.
Representantes ligados ao governo dos Estados Unidos.
Que vaga se conquista em campo.
Não. A seleção segue confirmada.






