Irmão de Daniel Frasson denuncia advogado por divulgar vídeos de caso de mulher morta com 21 golpes de faca; veja vídeo

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Um dos irmãos do engenheiro agrônomo Daniel Bennemann Frasson registrou um boletim de ocorrência contra o advogado Rodrigo Pouso Miranda, que representa a família de Gleici Keli Geraldo. O familiar questiona a divulgação de vídeos relacionados ao caso, que tramita sob segredo de Justiça, e pede que as autoridades apurem eventual responsabilidade do advogado.

Conforme relatado no boletim, os conteúdos divulgados mostram imagens de câmeras de segurança da residência onde Gleici foi morta, em Lucas do Rio Verde. Os registros também exibem momentos envolvendo Daniel, a filha do casal e outros familiares.

Familiar pede retirada dos vídeos

O irmão de Daniel solicitou a retirada dos conteúdos divulgados e pediu a apuração do caso. A alegação central apresentada no registro envolve o fato de o processo tramitar sob segredo de Justiça.

As imagens passaram a circular enquanto o caso continua sob análise judicial. Entretanto, o texto base não informa quais providências foram adotadas pelas autoridades após o registro do boletim de ocorrência.

Advogado contesta acusação e anuncia novas imagens

Rodrigo Pouso Miranda rebateu a acusação. Segundo o advogado, os vídeos publicados não fazem parte do processo judicial e, por esse motivo, não estariam submetidos ao sigilo determinado pela Justiça.

Além disso, Rodrigo indicou que pretende continuar divulgando conteúdos relacionados ao caso. “Amanhã tem mais vídeo! Aguardem”, escreveu nas redes sociais.

Crime ocorreu em junho de 2025

Gleici Keli Geraldo tinha 42 anos quando foi morta com 21 golpes de faca, em junho de 2025, em Lucas do Rio Verde. Daniel Bennemann Frasson aparece nas investigações relacionadas ao crime.

Segundo as informações da investigação apresentadas no texto base, Daniel também feriu a filha do casal durante o episódio. A jovem sobreviveu.

Agora, o boletim registrado pelo irmão acrescenta uma nova discussão relacionada ao caso, desta vez sobre a divulgação pública de imagens e o alcance do segredo de Justiça. Enquanto o familiar pede a apuração da conduta, o advogado sustenta que o material publicado não integra os autos sigilosos.

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