Idoso morre após ser atropelado duas vezes em menos de 2 minutos; veja vídeo

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Câmeras de segurança registraram uma cena devastadora em Uberlândia. Um idoso de 74 anos, que atravessava a rua com o auxílio de uma bengala, foi violentamente atropelado por um carro. Como consequência do impacto, ele caiu no asfalto. Imediatamente, algumas testemunhas correram até ele para prestar socorro. No entanto, antes que pudessem tirá-lo da pista, um segundo veículo o atropelou novamente, atingindo também os socorristas.

Diante da gravidade dos ferimentos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou com urgência ao Hospital de Clínicas da UFU. Apesar dos esforços médicos, o idoso não resistiu. Conforme informou a Polícia Militar, ele atravessava fora da faixa de pedestres fator que, segundo as autoridades, contribuiu para o acidente. Ainda assim, o segundo impacto agravou significativamente sua condição, levando à morte.

Mobilidade urbana negligencia idosos

É importante destacar que esse caso trágico escancara um problema estrutural. Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 2 mil idosos morrem atropelados por ano no Brasil. Boa parte desses acidentes ocorre em locais mal planejados, com sinalização precária e ausência de dispositivos de segurança, como faixas elevadas, rampas ou semáforos com tempo estendido.

Além disso, o avanço da idade reduz a velocidade de locomoção e o campo visual dos pedestres. Portanto, sem medidas de acessibilidade urbana, a travessia se transforma em um risco constante. Em Uberlândia, moradores já denunciaram o descaso com a sinalização viária na mesma região do acidente, mas, até o momento, nenhuma intervenção foi realizada.

Impunidade e falta de respostas aumentam a indignação

Por enquanto, o motorista do segundo carro ainda não foi detido. Segundo testemunhas, ele trafegava em alta velocidade e não esboçou tentativa de freada. Embora as investigações estejam em andamento, a polícia trata o caso como homicídio culposo, ou seja, sem intenção de matar.

Enquanto isso, a população segue se perguntando até quando a falta de estrutura e fiscalização continuará fazendo vítimas. A ausência de ações imediatas das autoridades reforça o sentimento de insegurança. Em resumo, o caso não é isolado é apenas mais um reflexo de um trânsito que exclui os mais vulneráveis.

Perguntas frequentes

Por que o motorista não conseguiu frear ao ver a aglomeração?

De acordo com relatos iniciais, ele alegou que não viu o grupo a tempo.

A prefeitura foi alertada anteriormente sobre os riscos nesse ponto?

Sim, moradores já haviam reclamado da falta de faixa e da má sinalização.

Que medidas serão adotadas para evitar novas tragédias?

Até agora, nenhuma ação concreta foi anunciada pelas autoridades locais.

Lucas

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