Ibovespa opera em alta moderada com Petrobras avançando e dólar em queda

O mercado financeiro brasileiro iniciou o dia em leve alta nesta quinta-feira, com o Ibovespa subindo 0,23%, aos 176.151,66 pontos, em meio ao acompanhamento dos investidores sobre o cenário internacional, comportamento das commodities e expectativas econômicas globais.

Entre as principais ações da Bolsa brasileira, os papéis da Petrobras registravam avanço. As ações preferenciais PETR4 subiam 0,33%, acompanhando a recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional.

Já a Vale operava próxima da estabilidade, com leve queda de 0,05%, refletindo a oscilação do minério de ferro e a cautela dos investidores em relação à economia chinesa.

O setor bancário apresentava desempenho misto ao longo do pregão. As ações do Itaú recuavam 0,17%, enquanto Banco do Brasil avançava 0,05%. Santander operava em baixa de 0,15%, enquanto Bradesco registrava alta de 0,22%.

No câmbio, o dólar comercial operava em queda, cotado a R$ 5,05, movimento que ocorre em meio à entrada de capital estrangeiro e ao comportamento mais favorável do mercado externo nas últimas sessões.

Apesar da alta do Ibovespa, os juros futuros avançavam, refletindo cautela dos investidores sobre o cenário fiscal brasileiro e as perspectivas para a política monetária.

No mercado internacional, os índices futuros americanos apresentavam desempenho próximo da estabilidade. O Dow Jones Futuro recuava 0,16%, enquanto o S&P 500 Futuro caía 0,02%. Já o Nasdaq Futuro operava levemente positivo, com alta de 0,02%.

Investidores seguem atentos aos próximos indicadores econômicos dos Estados Unidos, especialmente dados de inflação e atividade econômica, que podem influenciar diretamente as decisões do Federal Reserve sobre juros.

O comportamento do petróleo e das commodities também permanece no radar do mercado, impactando diretamente empresas de peso na Bolsa brasileira, principalmente Petrobras e Vale.

Analistas avaliam que o mercado deve continuar operando com volatilidade moderada nos próximos dias, diante das incertezas globais e das expectativas em relação à trajetória dos juros nas principais economias do mundo.

Fabíola Maria Costa Silva

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