A definição do terreno para o Hospital Regional de Pontes e Lacerda recolocou as discussões políticas no centro de Mato Grosso. A Assembleia Legislativa convidou oficialmente o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, para comparecer ao parlamento no dia 19 de novembro. Os deputados pretendem esclarecer, de forma definitiva, qual área o governo escolherá para sediar a unidade hospitalar que atenderá toda a região Oeste.
Pressão por definição após anos de expectativa
A região Oeste aguarda há anos pela construção de um hospital regional capaz de atender a alta demanda de municípios como Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista D’Oeste, Jauru e demais cidades vizinhas. Vereadores, prefeitos e lideranças locais têm reforçado que a estrutura de saúde atual não consegue absorver o volume de atendimentos, o que gera deslocamentos longos e, muitas vezes, risco à vida de pacientes que precisam de atendimento imediato.
A expectativa é que Gilberto apresente estudos, critérios técnicos e mapas das áreas avaliadas para receber a obra. O encontro deve esclarecer dúvidas sobre logística, custos operacionais, impacto regional e prazo para o início das obras.
Impacto econômico e estrutura essencial para a região
Além do aspecto social e de saúde pública, o hospital regional também deve impulsionar o desenvolvimento da região Oeste. A obra promete gerar empregos diretos e indiretos, além de movimentar setores como construção civil, comércio e serviços.
A instalação de uma unidade de grande porte tende a atrair profissionais de saúde, investimentos públicos e privados, além de descentralizar atendimentos hoje concentrados em Cáceres e Cuiabá. Especialistas avaliam que o hospital pode reduzir custos de transporte, melhorar o fluxo de pacientes e fortalecer políticas regionais de urgência e emergência.
Cobrança por ação imediata
A fala divulgada pelos parlamentares responsáveis pelo convite reforça o sentimento de urgência: “O que precisamos agora é decisão e ação”. A população também demonstra impaciência diante das promessas repetidas nos últimos anos.
Sem um terreno definido, o projeto não pode avançar para licitação, elaboração de planta, liberação de recursos e início da execução. A reunião do dia 19 promete ser decisiva e pode finalmente estabelecer o caminho para que o hospital saia do papel.
Perguntas frequentes
No dia 19 de novembro, em sessão destinada exclusivamente ao tema.
Porque a região carece de estrutura para atendimentos complexos, obrigando pacientes a viajar longas distâncias.
A definição oficial do terreno, etapa essencial para o projeto, agora depende do governo.



