A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (20), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um homem de 30 anos, suspeito de armazenar e vender pornografia infantil em Sinop, no norte de Mato Grosso.
Policiais localizaram o investigado no local de trabalho, uma loja em shopping da cidade. Em seguida, a equipe o levou até a residência para acompanhar as buscas.
A operação reforça o combate aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes em Mato Grosso.
Denúncia iniciou investigação
A Delegacia de Itaúba abriu a investigação após receber denúncia pelo Disque 100. A informação apontou abuso sexual infantil com registro em fotos e vídeos vendidos pelo suspeito no WhatsApp.
Investigadores rastrearam o número de telefone informado e confirmaram indícios do crime. A equipe encontrou no celular do homem diversos arquivos ilícitos.
Com as provas reunidas, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão preventiva e o mandado de busca domiciliar.
Polícia apreende materiais
Durante a operação, policiais apreenderam equipamentos e objetos que podem guardar novos conteúdos criminosos. Peritos vão analisar celulares, mídias e demais materiais recolhidos.
A investigação agora busca identificar compradores dos arquivos compartilhados. A equipe também trabalha para localizar vítimas e garantir proteção imediata.
Autoridades mantêm sigilo sobre detalhes do caso para preservar crianças e adolescentes envolvidos.
Delegado destaca denúncias
O delegado de Itaúba, Thiago Barros, afirmou que a participação da sociedade ajuda no combate aos crimes contra menores.
“O caso reforça a importância das denúncias anônimas e da atuação integrada das autoridades para combater crimes graves contra crianças e adolescentes”, declarou.
Até a última atualização desta reportagem, a defesa do investigado não havia se manifestado.
É um canal nacional que recebe denúncias de violações contra crianças, adolescentes e outros grupos vulneráveis.
Sim. Armazenar, enviar, vender ou divulgar esse material configura crime no Brasil.
A pessoa pode ligar para o Disque 100, procurar a Polícia Civil ou acionar o Conselho Tutelar.



