Imagens de câmera de segurança registraram o momento em que Bruno Júnior, de 33 anos, foi morto com um tiro no rosto depois subir no muro de casa, no distrito de Pirapó, em Apucarana, norte do Paraná.
O caso aconteceu na quinta (14). A vítima morreu na hora, segundo a Polícia Militar (PM). Após o crime, o suspeito fugiu e se apresentou à polícia dois dias depois.
Durante depoimento, o suspeito disse que agiu por legítima defesa porque pensou que a casa dele estava sendo invadida, conforme o delegado. “Ele teria ouvido barulho no telhado, então teria saído com a 4rm4 em punho. Nesse momento, teria visto um homem tentando pular o muro dele”, disse.
Conforme relatos da Polícia Militar (PM), Bruno Júnior faleceu instantaneamente no local do ocorrido. As imagens detalharam que a fatalidade aconteceu logo após ele escalar o muro de uma residência, um ato que desencadeou a reação do morador do imóvel.
Após o incidente, o responsável pelo disparo não permaneceu na cena do crime, optando por fugir. No entanto, demonstrando algum nível de responsabilidade, o suspeito se apresentou voluntariamente à polícia dois dias após o fato. Durante o interrogatório, ele alegou ter agido sob a suposição de uma invasão domiciliar, o que o levou a pegar sua arma e, ao identificar uma figura tentando transpor o muro de sua casa, reagir com o disparo que resultou na morte de Bruno.
Essa versão dos fatos, apesar de ainda sob investigação, lança luz sobre a complexidade e os perigos associados à percepção de ameaça em situações de alta tensão. O caso segue em aberto, com as autoridades conduzindo as devidas investigações para esclarecer todas as circunstâncias envolvidas e determinar a legalidade da ação tomada pelo morador.
Via ComandoGeral









