Na manhã desta segunda-feira (24), um morador de Cuiabá encontrou uma tornozeleira eletrônica cortada enquanto limpava uma praça no Bairro Bela Vista. Ele gravou um vídeo, publicou nas redes sociais e afirmou que a polícia pode usar o número do dispositivo para identificar o responsável.
Homem encontra tornozeleira eletrônica cortada em praça do bairro Bela Vista em Cuiabá; veja vídeo pic.twitter.com/LDIXs4H6Xu
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 24, 2025
Tornozeleira jogada na praça levanta suspeitas
Durante a limpeza do local, o homem se deparou com a tornozeleira descartada e imediatamente registrou a cena. No vídeo, ele mostra o equipamento rompido e comenta sobre a possibilidade de rastrear o dono.
“A polícia pega o número da tornozeleira e encontra quem deixou aqui”, disse o autor da gravação. Ele ainda brincou sobre a situação ao afirmar que “o cara torou no doze” o equipamento, indicando que o rompimento ocorreu com força.
Remover tornozeleira eletrônica pode resultar em prisão
As tornozeleiras eletrônicas monitoram presos em regime aberto ou domiciliar e emitem alertas sempre que alguém tenta removê-las. O rompimento do equipamento pode levar à revogação do benefício e resultar em um novo mandado de prisão.
A polícia pode acessar o sistema de monitoramento, identificar o último usuário da tornozeleira e iniciar buscas pelo foragido.
Casos de violação aumentam no Brasil
O rompimento de tornozeleiras eletrônicas se tornou frequente no Brasil. Segundo dados de secretarias de segurança, centenas de monitorados violam as regras todos os meses, dificultando o trabalho das autoridades.
Esse cenário levanta questionamentos sobre a efetividade do monitoramento eletrônico e reforça a necessidade de punições mais rígidas para quem tenta burlar a vigilância.
Por fim, o caso em Cuiabá pode ajudar a polícia a identificar e prender o foragido. As autoridades devem recolher a tornozeleira, analisar os dados e agir conforme a legislação.
Perguntas frequentes
Presos em regime aberto, domiciliar ou com medidas cautelares determinadas pela justiça.
O sistema envia um alerta à polícia, e o monitorado pode ser considerado foragido.
Sim, pelo número de série do dispositivo, que fica registrado no sistema.









