Homem é encontrado morto com mãos e pés amarrados em área de mata de Várzea Grande

Perrengue Mato Grosso

Um homem ainda não identificado apareceu morto na manhã deste sábado (27) em uma área de mata nos fundos do Clube dos Bancários, no bairro Souza Lima, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A vítima apresentava marcas de tiros e permanecia com as mãos e os pés amarrados. As características encontradas no local levaram a polícia a tratar o caso como uma possível execução.

A Polícia Militar recebeu o chamado após moradores encontrarem o corpo na região. Equipes do 4º Batalhão seguiram imediatamente para o local e confirmaram a morte. Os policiais constataram que a vítima tinha aproximadamente 30 anos e possuía pelo menos quatro perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

Moradores relataram sequência de tiros durante a madrugada

Moradores da região informaram à polícia que ouviram diversos disparos por volta das 4h da madrugada. Horas depois, populares encontraram o corpo em uma área de vegetação e acionaram as forças de segurança.

Além disso, testemunhas afirmaram que não conheciam a vítima. Até o momento, nenhuma equipe encontrou documentos ou objetos que permitam identificar o homem. Por isso, a polícia trabalha para descobrir quem era a vítima e como ela chegou ao local.

Polícia concentra investigação em possível execução

Os investigadores observaram que a maioria dos disparos atingiu a região da cabeça. Além disso, os criminosos deixaram a vítima com mãos e pés amarrados. Dessa forma, a cena reforçou a suspeita de execução.

Enquanto a equipe da Polícia Militar realizava buscas pelas proximidades, nenhum suspeito apareceu. Da mesma forma, os policiais não encontraram testemunhas que pudessem apontar os autores do crime. Mesmo assim, a investigação continua em andamento.

Perícia coleta vestígios e DHPP assume o caso

A Politec isolou a área, realizou os levantamentos periciais e coletou vestígios que podem ajudar a esclarecer o homicídio. Paralelamente, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a investigação e iniciou os procedimentos para identificar a vítima.

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