Homem deficiência física é preso pela PM após furto de fiação em Cuiabá; veja vídeo

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A Polícia Militar prendeu neste último domingo (4) um homem conhecido como “Muleta”, suspeito de furtar fiação no bairro Jardim Cuiabá, em Cuiabá. Segundo a PM, o material levado durante o crime soma aproximadamente R$ 8 mil. Policiais da 21ª Companhia localizaram o suspeito na região central da Capital após realizarem diligências.

A equipe recebeu informações sobre o furto e iniciou as buscas para encontrar o suspeito. Durante as diligências, os policiais identificaram o homem e realizaram a abordagem. Conforme a Polícia Militar, “Muleta” possui histórico criminal e deixou recentemente o sistema prisional.

Polícia prende suspeito após realizar buscas

Após localizar o homem, os policiais deram voz de prisão e o levaram para a delegacia. A Polícia Militar informou que a equipe realizou a prisão como parte das diligências relacionadas ao furto ocorrido no bairro Jardim Cuiabá.

A polícia ainda apura a participação do suspeito no crime e busca esclarecer as circunstâncias do furto. Os investigadores também poderão verificar se o homem possui relação com outras ocorrências envolvendo o furto de fios e cabos na região.

A autoridade policial vai analisar as informações apresentadas pela PM e reunir elementos para definir o enquadramento do caso. O suspeito permanecerá à disposição da Justiça durante os procedimentos previstos pela legislação.

Furto de fiação pode gerar punição

O Código Penal prevê o crime de furto no artigo 155. A legislação considera furto a ação de retirar um bem pertencente a outra pessoa sem utilizar violência ou grave ameaça. A pena pode variar conforme as circunstâncias e as características do crime.

A autoridade policial também deverá avaliar a natureza dos materiais furtados e as demais circunstâncias da ocorrência. Caso a investigação encontre outros elementos que indiquem a participação do suspeito em diferentes crimes, a polícia poderá apurar cada situação separadamente.

A prisão, no entanto, não significa condenação. A Justiça ainda deverá analisar as provas e garantir ao investigado o direito à defesa e ao contraditório durante o processo.

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