Funcionários da limpeza do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) bloquearam os atendimentos nesta terça-feira (18). Eles reivindicam o pagamento de salários atrasados e o cumprimento de direitos trabalhistas. A paralisação impede a realização de cirurgias e tratamentos essenciais, colocando a vida de diversos animais em risco.
Funcionários exigem pagamentos e pressionam administração
Os trabalhadores, contratados por uma empresa terceirizada, denunciam atrasos salariais e descumprimento de direitos. Para pressionar a administração da universidade e a empresa responsável, decidiram impedir a abertura do hospital.
A suspensão dos atendimentos prejudica animais que precisam de cuidados urgentes. Tutores e estudantes de medicina veterinária protestam contra a interrupção dos serviços.
Polícia intervém, e clima fica tenso
A polícia chegou ao local para mediar o impasse. Até o momento, os manifestantes seguem mobilizados, e os atendimentos continuam suspensos.
A UFMT ainda não apresentou uma solução para o problema. A comunidade acadêmica e os tutores cobram uma resposta rápida para evitar mais prejuízos. Sem previsão de solução, o bloqueio do hospital veterinário deixa dezenas de animais sem tratamento. Tutores temem agravamento dos casos e pedem medidas urgentes para reverter a paralisação.
Paralisação expõe problemas na terceirização
Especialistas em direito trabalhista apontam a precarização das relações de trabalho como um dos principais fatores que levaram à crise. A UFMT precisa intervir rapidamente para garantir os direitos dos trabalhadores e restabelecer os atendimentos.
Enquanto o impasse continua, dezenas de animais sofrem sem atendimento. Tutores, estudantes e veterinários exigem uma solução imediata.
Perguntas frequentes
Os trabalhadores reivindicam o pagamento de salários atrasados e o cumprimento de direitos trabalhistas.
Sim, muitos animais aguardam cirurgias e tratamentos urgentes, e a suspensão dos atendimentos coloca suas vidas em risco.
Até o momento, a universidade não apresentou uma solução concreta, e os atendimentos continuam suspensos.









