O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, por decisões que incluem bloqueios de perfis e medidas contra aliados de Jair Bolsonaro. Em rede social, nesta terça-feira (22), Flávio afirmou que Moraes ultrapassa a Constituição e chamou as ações de “autoritarismo disfarçado de legalidade”.
Senador diz que STF impõe censura e age sem julgamento prévio
Na mensagem, Flávio Bolsonaro acusou o Supremo de impor censura prévia e restringir direitos fundamentais sem que os alvos passem por julgamento ou tenham direito à ampla defesa. Segundo ele, decisões recentes ferem diretamente a liberdade de expressão e ameaçam até mesmo o exercício do jornalismo.
O senador reforçou que esse tipo de conduta representa uma grave ameaça ao Estado de Direito e rompe com o que estabelece o devido processo legal. A fala ecoa o discurso recorrente da família Bolsonaro e de seus apoiadores, que acusam o STF de perseguição política por meio de inquéritos e decisões monocráticas.
Críticas surgem em meio a novas tensões entre STF e bolsonarismo
As declarações de Flávio Bolsonaro se inserem em um momento de forte tensão entre o Judiciário e os setores conservadores do país. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou Alexandre de Moraes, do STF, de agir com “autoritarismo disfarçado de legalidade”.
Discurso político deve se intensificar com proximidade das eleições
A fala de Flávio Bolsonaro também tem peso estratégico. Com a aproximação das eleições municipais de 2024 e o futuro político do ex-presidente ainda indefinido, o senador busca mobilizar a base conservadora com discursos que reforçam a ideia de que a direita está sendo silenciada por decisões judiciais arbitrárias. O embate entre poderes, ao que tudo indica, continuará sendo central no cenário político brasileiro nos próximos meses.
Perguntas e respostas
As novas decisões do ministro que, segundo ele, violam direitos sem julgamento e impõem censura.
Ele afirmou que as medidas representam autoritarismo disfarçado de legalidade.
Ele reforça a estratégia da direita de criticar o Judiciário e mobilizar sua base antes das eleições de 2024.






