Estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) tomaram as escadarias do prédio do IGHD-ICHS, no campus de Cuiabá, na noite de terça-feira (30). Eles denunciaram episódios recentes de violência e assédio que colocam em risco a integridade física e emocional da comunidade acadêmica. A manifestação contou com o apoio de representantes de Centros Acadêmicos, do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e da União Estadual dos Estudantes (UEE-MT).
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— Perrengue2 (@perrengue2025) July 31, 2025
Movimento exige ações concretas da universidade
Com cartazes nas mãos e palavras de ordem na voz, os manifestantes denunciaram a ausência de segurança e pressionaram a reitoria por medidas urgentes. Eles exigem que a UFMT:
- Reforce a iluminação em áreas críticas do campus;
- Aumente o efetivo da vigilância patrimonial;
- Crie canais de denúncia acessíveis, acolhedores e resolutivos.
Reitoria mantém silêncio e revolta estudantes
Mesmo após a manifestação, a reitoria da UFMT não emitiu nenhuma nota oficial. O silêncio revoltou os estudantes, que ampliaram a mobilização nas redes sociais.
A manifestação na UFMT não aconteceu por acaso. Os estudantes deram um recado claro: não aceitarão mais omissões. Eles exigem que a universidade atue com transparência, escuta e ação. Nas falas durante o ato, os estudantes reforçaram que a UFMT deve garantir um ambiente acadêmico seguro, sem espaço para assédio, racismo, machismo, LGBTfobia ou qualquer forma de opressão.
Violência em universidades cresce no Brasil
Relatórios do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que 31% das agressões sexuais contra jovens de 18 a 24 anos acontecem em instituições de ensino superior. O dado reforça a urgência de políticas que garantam a proteção dos estudantes dentro das universidades.
Perguntas frequentes
Não totalmente. Estudantes denunciam falhas na segurança e casos de assédio no campus de Cuiabá.
Mais iluminação, vigilância reforçada e canais eficazes de denúncia.
Ainda não. Até o momento, permanece em silêncio oficial sobre o caso.
