O empresário mato-grossense Rafael Galvan deixou a prisão menos de 24 horas após ser detido por dívida de pensão alimentícia e porte ilegal de arma. A liberdade provisória foi concedida durante audiência de custódia, mediante pagamento de R$ 7 mil de fiança.
Na noite de terça-feira (20), Rafael publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece à beira da piscina de casa. Na gravação, ele ironiza a situação ao afirmar que está “de boa na lagoa”.
Vídeo após saída da cadeia chama atenção
A publicação foi feita poucas horas após a soltura e rapidamente repercutiu nas redes sociais. No vídeo, Rafael Galvan aparece em um ambiente residencial, próximo à piscina, enquanto comenta o episódio de forma descontraída.
As informações divulgadas até o momento não detalham o local da prisão, nem a data e o horário exatos da detenção.
Também não foram informados o tipo de arma apreendida e o valor da dívida de pensão alimentícia relacionada ao caso.
Prisão ocorreu por dois motivos
Segundo as informações disponíveis, Rafael Galvan foi preso por dívida de pensão alimentícia e porte ilegal de arma.
A soltura ocorreu durante audiência de custódia, procedimento em que a Justiça avalia a legalidade da prisão e possíveis medidas cautelares. Para obter a liberdade provisória, foi estipulado o pagamento de R$ 7 mil de fiança.
A decisão judicial detalhada que embasou a concessão da liberdade não foi divulgada.
Filho de ex-presidente da Aprosoja
Rafael Galvan é filho de Antônio Galvan, ex-presidente da Aprosoja e pré-candidato ao Senado pelo Avante.
A ligação com uma figura conhecida do setor do agronegócio aumentou a repercussão do caso no cenário local, principalmente após a divulgação do vídeo nas redes sociais.
Até o momento, não há outras informações oficiais sobre o episódio.
A prisão por dívida de pensão alimentícia pode ocorrer quando há atraso no pagamento determinado pela Justiça.
Na audiência de custódia, um juiz avalia se a prisão foi legal e decide se o suspeito continuará preso ou poderá responder em liberdade.
É uma medida que permite ao preso deixar a cadeia mediante pagamento de um valor definido pela Justiça, enquanto o processo continua.







