Na manhã desta terça-feira (15), um episódio de violência física entre duas mulheres na Praça Ipiranga, um dos pontos mais movimentados da região central de Cuiabá, causou espanto entre os frequentadores do local. Uma delas utilizou um pedaço de madeira para agredir a outra, gerando pânico entre os presentes. A confusão aconteceu diante de dezenas de testemunhas, ao lado de uma estação de ônibus, no coração da cidade.
D1scussã0 entre duas mulheres termina em agr3ssõ3s com pedaç0 de madeira no centro de Cuiabá; veja vídeo pic.twitter.com/9h6geJch5C
— Perrengue2 (@perrengue2025) July 15, 2025
Uma pedestre registrou o início da briga. Ela flagrou as duas trocando ofensas. As mulheres estavam acompanhadas: uma delas com um homem e a outra com uma amiga. Após os xingamentos, a mulher que estava com a amiga pegou um pedaço de madeira e correu atrás da rival. A vítima tentou fugir, mas a agressora a alcançou e iniciou os golpes.
População tentou separar a briga, mas confronto escalou
As acompanhantes tentaram intervir. O homem puxou a agressora e tentou contê-la, mas ela já tinha agarrado o cabelo da outra mulher. A amiga da agressora também tentou separar a confusão, sem sucesso. As duas acabaram se atracando no chão da praça enquanto trocavam socos e puxões.
A cena atraiu dezenas de curiosos. Muitos gritaram, outros apenas filmaram ou observaram sem reagir. Ninguém conseguiu explicar o que motivou a briga. A Polícia Militar ainda não confirmou se alguém prestou queixa ou se as envolvidas foram identificadas.
Centro de Cuiabá sofre com falta de segurança
A Praça Ipiranga, tradicional ponto de encontro e passagem no centro da capital, sofre com a insegurança há anos. Moradores e comerciantes da região relatam ocorrências frequentes de violência, furtos e brigas, especialmente nas primeiras horas da manhã e à noite.
Perguntas frequentes
Ainda não se sabe oficialmente; o vídeo mostra as duas trocando ofensas antes da agressão com madeira.
O motivo não foi identificado até o momento, e ninguém prestou esclarecimentos formais.
Não. Até agora, não há registro de prisões ou boletins de ocorrência relacionados ao caso.




