Aos 16 anos, Leonardo Storck está longe de ser apenas mais um nome no tênis juvenil brasileiro. Nascido em Cuiabá e lapidado na Rio Tennis Academy, o jovem intensifica a reta final de treinos ao lado de João Fonseca — atual número 24 do ranking mundial — antes de embarcar rumo ao primeiro Grand Slam da temporada, o Australian Open, com início em 24 de janeiro.
Treinar com a elite aos 16 anos
Dividir quadra com Fonseca, principal promessa do tênis nacional desde Gustavo Kuerten, não é algo comum para atletas juvenis. No entanto, Storck tem feito disso sua rotina nesta semana. Os treinos ocorrem nas quadras da Rio Tennis, no Rio de Janeiro, onde ele vem sendo preparado por uma equipe técnica experiente, que inclui nomes como André Sá e Maurício Seiblitz. A estratégia é clara: simular a pressão de jogos grandes antes da viagem para a Austrália.
Antes do Grand Slam, um teste de fogo
A estreia internacional de Storck em 2025 será no J300 de Traralgon, torneio tradicional que serve como aquecimento para o Australian Open juvenil. Disputado dias antes do Grand Slam, o evento costuma revelar talentos que rapidamente despontam no circuito profissional. Para Storck, será a chance de medir forças com os melhores do mundo em sua categoria.
Título no Brasil, passaporte para a Austrália
A vaga em Melbourne veio após a conquista do Australian Open South America Junior Series, em outubro, no Rio de Janeiro. A vitória garantiu não só pontos no ranking como também a confiança para encarar adversários de alto nível. Além de Storck, a academia carioca também prepara outros nomes para a temporada, como Cadu Lino e Bernardo Carvalho, já de olho em 2026.
Perguntas e respostas:
É possível, mas depende da consistência e do desempenho nos próximos dois anos.
Sim, treinos de alto nível antecipam a maturação técnica e emocional.
Enorme. A pressão é alta, mas também é uma chance única de aprendizado.



