Na noite de segunda-feira (10), o jovem empresário Fabrício Virgílio teve o carro arrombado no estacionamento do Parque das Águas, um dos locais mais movimentados de Cuiabá. O crime aconteceu enquanto ele fazia uma corrida de 40 minutos no local. Ao retornar, encontrou o vidro do carro quebrado e objetos pessoais furtados, como uma mochila. A Polícia Militar foi acionada e registrou a ocorrência, mas os suspeitos não foram localizados.
O empresário divulgou o ocorrido nas redes sociais e gerou forte repercussão. “Quero mostrar minha indignação! Fomos correr 40 minutos, quebraram o vidro do carro, levaram minha mochila. Sorte que não tinha nada. Não tem uma câmera no estacionamento do Parque das Águas”, protestou.
Vítimas relatam série de arrombamentos
Fabrício destacou que o estacionamento do parque já acumula casos semelhantes. “Os policiais disseram que os furtos acontecem direto, e em sequência, quando a viatura não está por perto”, afirmou. Frequentadores do parque confirmaram a denúncia nas redes sociais e relataram experiências parecidas.
Sem monitoramento por câmeras e com patrulhamento intermitente, o local se tornou terreno fértil para criminosos. Apesar de ser um dos principais pontos de lazer de Cuiabá, o Parque das Águas permanece exposto à ação de marginais.
Empresário cobra ação do prefeito Abílio Brunini
Diante da omissão do poder público, Fabrício direcionou um apelo ao prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). “Abílio, pô cara, gosto tanto de você, ajuda nós, ajuda os jovens”, declarou, exigindo medidas concretas para proteger a população.
O empresário também refletiu sobre o impacto do crime e fez um alerta: “Você precisa sempre imaginar o pior, nunca andar com nada de valor e evitar estacionamentos públicos. Pague estacionamento.”
Perguntas frequentes
Não. Frequentadores relatam furtos frequentes, falta de câmeras e ausência de policiamento fixo no local.
Criminosos quebraram o vidro do carro de Fabrício Virgílio e furtaram sua mochila enquanto ele corria.
Até o momento, a Prefeitura não anunciou nenhuma medida concreta de segurança ou instalação de câmeras.








