Corpo foi levado da Bolívia ao Brasil nesta sexta-feira (24).
Transporte segue com conexões até o interior do Pará.
Familiares aguardam chegada para despedida final.
O corpo de Poliana, moradora de Itaituba (PA), foi colocado em traslado nesta sexta-feira (24), após morte registrada em decorrência de complicações em procedimento estético realizado na Bolívia. A repatriação foi iniciada a partir de Santa Cruz de la Sierra, seguindo um cronograma definido até o destino final.
Foto/ Vídeo: junior_ribeiro_itaituba
A saída foi realizada às 12h05, com previsão de chegada ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, às 15h55, pelo Terminal 2. O transporte foi organizado em etapas, sendo necessárias conexões para viabilizar a chegada ao interior do estado do Pará.
Etapas do traslado pelo Brasil
Após a chegada em São Paulo, o corpo foi encaminhado para novo embarque na madrugada de sábado (25), com saída às 5h50 em direção a Brasília. A chegada foi prevista para às 7h35, também pelo Terminal 2.
Na sequência, o traslado foi continuado às 8h50, sendo realizada parada técnica em Manaus entre 10h50 e 11h35. O percurso seguiu até Santarém, com chegada prevista para às 13h45.
Chegada e encaminhamento final
Após a chegada em Santarém, o corpo deverá ser transportado até Itaituba, onde familiares e amigos aguardam para os atos de despedida. O planejamento foi realizado para garantir que o sepultamento ocorra na cidade de origem.
A movimentação foi acompanhada por pessoas próximas, sendo aguardada a finalização do trajeto para realização dos ritos funerários.
Caso gerou comoção
A morte foi registrada após complicações relacionadas a procedimento estético realizado fora do país, sendo o caso amplamente comentado na cidade de origem.
A situação chamou atenção para os riscos envolvidos nesse tipo de procedimento, enquanto o foco permanece no retorno do corpo e na despedida da jovem.
Perguntas e respostas
É o transporte de um corpo entre países, seguindo normas legais, sanitárias e consulares específicas.
Autoridades locais e consulares autorizam o processo, mediante documentação como certidão de óbito e liberações sanitárias.
Sim. Após a chegada, a família pode definir o local do sepultamento, respeitando as exigências legais.
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