A vereadora Michelly Alencar (União Brasil) voltou a pressionar o ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) por falta de respostas sobre a dívida milionária deixada com a CS Mobi, empresa responsável pela gestão do estacionamento rotativo em Cuiabá. Segundo a parlamentar, o rombo de R$ 9,6 milhões expõe um grave problema de gestão que afeta diretamente o cotidiano da população.
A vereadora publicou a fala em seu perfil no Instagram após uma sessão na Câmara Municipal. Durante o debate, ela fez uma pergunta objetiva: ‘Se a prefeitura tinha dinheiro, por que deixou R$ 9,6 milhões em dívida com a CS Mobi?’. Segundo ela, o representante da prefeitura respondeu de forma evasiva, usando discursos genéricos e comparações que não explicaram o essencial.
Contrato da CS Mobi volta ao centro dos debates
A Parceria Público-Privada (PPP) com a CS Mobi tem sido motivo constante de polêmica. Firmado em 2020, o contrato estabeleceu que a empresa cuidaria da instalação e operação do estacionamento rotativo por 30 anos. No entanto, a inadimplência por parte da gestão Emanuel gerou desequilíbrio financeiro e paralisou parte do serviço.
A CPI da CS Mobi, em andamento na Câmara, busca esclarecer a legalidade e os impactos do contrato. Já foram apontadas falhas na fiscalização da execução do serviço, além de ausência de prestação de contas detalhada por parte da antiga gestão municipal.
Discurso político ou prestação de contas?
Para Michelly, as justificativas apresentadas por Emanuel Pinheiro se limitam a discursos vazios. Em sua publicação, ela foi direta ao afirmar que “Cuiabá merece respeito, não oba-oba político”. A parlamentar tem usado as redes sociais para reforçar seu posicionamento em defesa da transparência e da responsabilidade com os recursos públicos.
O silêncio do ex-prefeito diante de dados objetivos, segundo ela, comprova que a população cuiabana está pagando o preço de uma administração desorganizada e irresponsável.
O que vem pela frente?
Com a CPI em andamento e a pressão política aumentando, o contrato da CS Mobi promete ser tema central nas disputas eleitorais de 2024.
Perguntas curiosas
Qual é o valor da dívida deixada com a CS Mobi?
R$ 9,6 milhões.
O que diz a vereadora Michelly sobre a situação?
Ela afirma que Emanuel Pinheiro não apresentou respostas e age com desrespeito à população.
A dívida pode influenciar a eleição de 2024?
Sim. O tema deve ganhar força como símbolo de má gestão.



