Na noite desta última segunda-feira (17), um incêndio atingiu uma fábrica de móveis planejados no bairro Industrial, em Sorriso, a 398 km de Cuiabá. O fogo começou por volta das 19h, na área dos fundos da indústria, onde resíduos de madeira e serragem aguardavam recolhimento. As chamas avançaram rapidamente, exigindo a intervenção imediata do Corpo de Bombeiros.
Resíduos inflamáveis aceleram o incêndio
O fogo encontrou um ambiente altamente inflamável. Resíduos de madeira e serragem intensificaram as chamas, tornando o incêndio ainda mais perigoso. A falta de energia elétrica complicou a entrada dos bombeiros, pois o portão eletrônico da fábrica não funcionava. Sem outra alternativa, a equipe utilizou ferramentas de desencarceramento para forçar a abertura e iniciar o combate ao fogo.
Bombeiros controlam as chamas e evitam destruição total
Assim que acessaram o local, os bombeiros agiram rapidamente. O combate às chamas evitou que o fogo atingisse outras áreas da fábrica e comprometesse a estrutura do prédio. Após a extinção do incêndio, uma mini-carregadeira (bobcat) removeu os materiais queimados, facilitando o trabalho de rescaldo e eliminando riscos de novos focos.
O incidente não deixou feridos, mas causou prejuízos materiais consideráveis. As autoridades ainda não divulgaram uma estimativa dos danos.
Engenheiros vão avaliar a segurança do prédio
Os bombeiros recomendaram que a fábrica mantenha a energia elétrica desligada até que uma equipe técnica avalie a estrutura. Engenheiros também vão inspecionar as placas solares instaladas no telhado para garantir que o incêndio não causou danos que possam gerar novos incidentes.
Perguntas frequentes
O fogo começou na noite de segunda-feira (17) na área dos fundos da fábrica, onde resíduos de madeira e serragem estavam armazenados. As chamas se espalharam rapidamente, mas os bombeiros conseguiram controlar o incêndio antes que atingisse toda a estrutura.
A equipe usou ferramentas para arrombar o portão, já que a falta de energia impediu a abertura. Depois, trabalharam para conter as chamas e evitar que o fogo se espalhasse.
Ainda não. Engenheiros vão avaliar a estrutura do prédio e as placas solares antes que a energia seja religada e a fábrica volte a operar com segurança.




