Na noite de terça-feira (14), a Polícia Militar prendeu em flagrante um tatuador de 32 anos por tráfico de drogas em seu estúdio no bairro Jardim Glória II, em Várzea Grande (MT). O estúdio, que disfarçava a venda de entorpecentes, foi usado como “boca de fumo” pelo criminoso. A polícia apreendeu 122 porções de cocaína e diversos materiais para a comercialização das drogas.
O faccionado, usando tornozeleira eletrônica, exibiu comportamento suspeito e a polícia o abordou. Ao ver a viatura, ele tentou esconder o material nos bolsos e correu para o estúdio, mas a polícia o prendeu em flagrante.
Drogas e materiais apreendidos
Durante o patrulhamento, os policiais notaram a atitude evasiva do homem, o que motivou a abordagem imediata. Com ele, a polícia encontrou 22 porções de cocaína. O suspeito confessou ser o proprietário do estúdio e admitiu usá-lo também para vender drogas. Ele ainda indicou que havia mais entorpecentes em sua residência, localizada ao lado do estúdio.
Os agentes realizaram buscas nos dois locais e encontraram mais 100 porções de cocaína, uma balança de precisão, um prato com resquícios de drogas e outros materiais típicos do tráfico.
Passagens pela polícia e reincidência
O tatuador já possuía passagens por tráfico de drogas e usava tornozeleira eletrônica por conta de condenações anteriores. Apesar das restrições impostas pela Justiça, ele continuava a operar o tráfico de entorpecentes em seu estúdio, aproveitando-se da fachada para esconder sua atividade criminosa.
Perguntas frequentes
Uma “boca de fumo” é um local onde ocorre a venda ilegal de drogas, geralmente disfarçado de estabelecimento comercial.
A polícia percebeu o comportamento suspeito do tatuador durante o patrulhamento e, após abordagem, encontrou drogas com ele e na sua residência.
Quem trafica enquanto usa tornozeleira eletrônica tem a prisão preventiva decretada e enfrenta penas mais severas por reincidência.




