o Jardim dos Estados, em Várzea Grande, foi interditada durante uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária. A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) com o apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), levou à prisão do proprietário do local, que agora enfrentará acusação por crime contra a saúde pública devido à falsificação e adulteração de bebidas alcoólicas.
A operação e os produtos apreendidos
A ação começou após o Ciosp receber denúncias anônimas pelo disque denúncia 197. As informações relatavam o envasamento de bebidas alcoólicas falsificadas em uma fábrica clandestina, instalada em um galpão da cidade. Ao chegar ao local, fiscais da Vigilância Sanitária e policiais da Decon confirmaram a denúncia e encontraram mais de 500 garrafas vazias, 30 rolos de rótulos e três bombonas de aguardente. A polícia encontrou diversos produtos químicos e naturais usados para dar cor e aroma à bebida.
A polícia apreendeu os itens e os enviou à Politec para análise de substâncias tóxicas, como metanol, que oferecem riscos à saúde.
Os riscos à saúde pública
O delegado da Decon, Rogério Ferreira, alertou sobre os grandes riscos que essas bebidas podem representar à saúde da população. A falsificação de bebidas alcoólicas é grave, pois o reenvase ocorre em condições precárias e com produtos que causam doenças, cegueira e até morte. Até uma pessoa leiga pode confundir facilmente as bebidas falsificadas com as originais, aumentando o perigo para quem consome.
Consequências legais e prisão do proprietário
A polícia prendeu o proprietário em flagrante e o autuou por falsificação de bebidas alcoólicas, com pena de quatro a oito anos de reclusão e multa. A Vigilância Sanitária interditou o local, garantindo que a operação evitasse que mais produtos falsificados chegassem ao mercado e colocassem em risco a saúde pública.
Perguntas frequentes:
A operação encontrou 500 garrafas vazias, 30 rolos de rótulos, três bombonas de aguardente e produtos químicos para falsificação.
As bebidas falsificadas podem conter substâncias tóxicas, como metanol, que causam sérios problemas de saúde, como doenças estomacais, cegueira e até morte.
A polícia prendeu o proprietário em flagrante e o autuou por crime contra a saúde pública, com pena de quatro a oito anos de reclusão e multa.




